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sexta-feira, setembro 05, 2014

Miss Rio Grande Do Sul 2014

Candidata   a Miss Brasil.
Linda .

terça-feira, agosto 27, 2013

NEVE NO RIO GRANDE DO SUL BR

A nevasca que atinge o Rio Grande do Sul é resultado da frente fria que trouxe chuva ao Estado na quinta-feira somada à massa de ar polar que provocou declínio acentuado da temperatura na tarde de segunda-feira.





terça-feira, janeiro 08, 2013

Os Gaúchos


Arnaldo Jabor       
   
     O Rio Grande do Sul é como aquele filho que sai muito diferente do resto da família. A gente gosta, mas estranha. O Rio Grande do Sul entrou tarde no mapa do Brasil . Até o começo do século XIX, espanhóis e portugueses ainda se esfolavam para saber quem era o dono da terra gaúcha. Talvez por ter chegado depois, o Estado ficou com um jeito diferente de ser.

     Começa que diverge no clima: um Brasil onde faz frio e venta, com pinheiros em vez de coqueiros, é tão fora do padrão quanto um Canadá que fosse à praia. Depois, tem a mania de tocar sanfona, que lá no RS chamam de gaita, e de tomar mate em vez de café. Mas o mais original de tudo é a personalidade forte do gaúcho. A gente rigorosa do sul não sabe nada do riso fácil e da fala mansa dos brasileiros do litoral, como cariocas e baianos. Em lugar do calorzinho da praia, o gaúcho tem o vazio e o silêncio do pampa, que precisou ser conquistado à unha dos espanhóis.
 
     Há quem interprete que foi o desamparo diante desses abismos horizontais de espaço que gerou, como reação, o famoso temperamento belicoso dos sulinos.
     É uma teoria - mas conta com o precioso aval de um certo Analista de Bagé, personagem de Luis Fernando Veríssimo que recebia seus pacientes de bombacha e esporas, berrando: "Mas que frescura é essa de neurose, tchê?"
 
     Todo gaúcho ama sua terra acima de tudo e está sempre a postos para defendê- la. Mesmo que tenha de pagar o preço em sangue e luta.
     Gaúcho que se preze já nasce montado no bagual (cavalo bravo). E, antes de trocar os dentes de leite, já é especialista em dar tiros de laço. Ou seja, saber laçar novilhos à moda gaúcha, que é diferente da jeito americano, porque laço é de couro trançado em vez de corda, e o tamanho da laçada, ou armada, é bem maior, com oito metros de diâmetro, em vez de dois ou três.

     Mas por baixo do poncho bate um coração capaz de se emocionar até as lágrimas em uma reunião de um Centro de Tradições Gaúchas, o CTG, criados para preservar os usos e costumes locais. Neles, os durões se derretem: cantam, dançam e até declamam versinhos em honra da garrucha, da erva-mate e outros gauchismos. Um dos poemas prediletos é "Chimarrão", do tradicionalista Glauco Saraiva, que tem estrofes como: "E a cuia, seio moreno/que passa de mão em mão/traduz no meu chimarrão/a velha hospitalidade da gente do meu rincão." (bem, tirando o machismo do seio moreno, passando de mão em mão, até que é bonito).

    Esse regionalismo exacerbado costuma criar problemas de imagem para os gaúchos, sempre acusados de se sentir superiores ao resto do País.
 
     Não é verdade - mas poderia ser, a julgar por alguns dados e estatísticas.
     O Rio Grande do Sul é possuidor do melhor índice de desenvolvimento humano do Brasil, de acordo com a ONU, do menor índice de analfabetismo do País, segundo o IBGE e o da população mais longeva da América Latina, (tendo Veranópolis a terceira cidade do mundo em longevidade), segundo a Organização Mundial da Saúde. E ainda tem as mulheres mais bonitas do País, segundo a Agência Ford Models. (eu já sabia!!! rss) Além do gaúcho, chamado de machista", qual outro povo que valoriza a mulher a ponto de chamá-la de prenda (que quer dizer algo de muito valor)?
     Macanudo, tchê. Ou, como se diz em outra praças: "legal às pampas", uma expressão que, por sinal, veio de lá.

     Aos meus amigos gaúchos e não gaúchos, um forte abraço!
 
     Arnaldo Jabor - Os Gaúchos
Arnaldo Jabor

O Rio Grande do Sul é como aquele filho que sai muito diferente do resto da família. A gente gosta, mas estranha. O Rio Grande do Sul entrou tarde no mapa do Brasil . Até o começo do século XIX, espanhóis e portugueses ainda se esfolavam para saber quem era o dono da terra gaúcha. Talvez por ter chegado depois, o Estado ficou com um jeito diferente de ser.

Começa que diverge no clima: um Brasil onde faz frio e venta, com pinheiros em vez de coqueiros, é tão fora do padrão quanto um Canadá que fosse à praia. Depois, tem a mania de tocar sanfona, que lá no RS chamam de gaita, e de tomar mate em vez de café. Mas o mais original de tudo é a personalidade forte do gaúcho. A gente rigorosa do sul não sabe nada do riso fácil e da fala mansa dos brasileiros do litoral, como cariocas e baianos. Em lugar do calorzinho da praia, o gaúcho tem o vazio e o silêncio do pampa, que precisou ser conquistado à unha dos espanhóis.

Há quem interprete que foi o desamparo diante desses abismos horizontais de espaço que gerou, como reação, o famoso temperamento belicoso dos sulinos.
É uma teoria - mas conta com o precioso aval de um certo Analista de Bagé, personagem de Luis Fernando Veríssimo que recebia seus pacientes de bombacha e esporas, berrando: "Mas que frescura é essa de neurose, tchê?"

Todo gaúcho ama sua terra acima de tudo e está sempre a postos para defendê- la. Mesmo que tenha de pagar o preço em sangue e luta.
Gaúcho que se preze já nasce montado no bagual (cavalo bravo). E, antes de trocar os dentes de leite, já é especialista em dar tiros de laço. Ou seja, saber laçar novilhos à moda gaúcha, que é diferente da jeito americano, porque laço é de couro trançado em vez de corda, e o tamanho da laçada, ou armada, é bem maior, com oito metros de diâmetro, em vez de dois ou três.

Mas por baixo do poncho bate um coração capaz de se emocionar até as lágrimas em uma reunião de um Centro de Tradições Gaúchas, o CTG, criados para preservar os usos e costumes locais. Neles, os durões se derretem: cantam, dançam e até declamam versinhos em honra da garrucha, da erva-mate e outros gauchismos. Um dos poemas prediletos é "Chimarrão", do tradicionalista Glauco Saraiva, que tem estrofes como: "E a cuia, seio moreno/que passa de mão em mão/traduz no meu chimarrão/a velha hospitalidade da gente do meu rincão." (bem, tirando o machismo do seio moreno, passando de mão em mão, até que é bonito).

Esse regionalismo exacerbado costuma criar problemas de imagem para os gaúchos, sempre acusados de se sentir superiores ao resto do País.

Não é verdade - mas poderia ser, a julgar por alguns dados e estatísticas.
O Rio Grande do Sul é possuidor do melhor índice de desenvolvimento humano do Brasil, de acordo com a ONU, do menor índice de analfabetismo do País, segundo o IBGE e o da população mais longeva da América Latina, (tendo Veranópolis a terceira cidade do mundo em longevidade), segundo a Organização Mundial da Saúde. E ainda tem as mulheres mais bonitas do País, segundo a Agência Ford Models. (eu já sabia!!! rss) Além do gaúcho, chamado de machista", qual outro povo que valoriza a mulher a ponto de chamá-la de prenda (que quer dizer algo de muito valor)?
Macanudo, tchê. Ou, como se diz em outra praças: "legal às pampas", uma expressão que, por sinal, veio de lá.

Aos meus amigos gaúchos e não gaúchos, um forte abraço!

Arnaldo Jabor - Os Gaúchos
Mas bah Tche!não poderia deixar de postar esse belo parecer.

terça-feira, junho 26, 2012

Chimarrâo Gaúcho










Ciro,Aécio,FHC,Gisele,Geraldo,LULA,Thiago,Murilo,JoséSerra...

PAPA!!!!

quinta-feira, maio 24, 2012

Escola de Estrela(RS/BR) procura dona de caderno da década de 60 encontrado durante reforma


Escola de Estrela(RS/BR) procura dona de caderno da década de 60 encontrado durante reforma

Escola de Estrela procura dona de caderno da década de 60 encontrado durante reforma Caco Konzen/Especial



Desde que um caderno de português de 1961 foi descoberto intacto sob o assoalho de uma sala de aula, uma pergunta intriga o colégio Martin Luther, em Estrela, no Vale do Taquari. A busca pelo nome escrito na capa iniciou há uma semana. Transformou o professor de história em detetive à caça da aluna de grafia caprichada. A questão a ser respondida é quem é Eva.

O caderno foi achado durante uma reforma. Estava escondido embaixo de tábuas velhas há mais de cinco décadas. Por pouco, o item histórico não parou no lixo. Foi retirado do carrinho de entulhos dos trabalhadores pelo funcionário de serviços gerais Carmelito Ribeiro de Moraes. Bastou ele tocar nas folhas empoeiradas para perceber que estava diante de uma raridade:

— Quando vi a data, quase não acreditei. Eu nasci oito anos depois daqueles escritos. É muito curioso.

Moraes conta que perto do local do achado havia uma fissura, consertada há alguns anos. Ele acredita que o caderno tenha caído no buraco por engano. Ou, quem sabe, foi escondido de propósito. Quando recebeu o objeto, o professor de história e vice-diretor da escola, Werner Kurt Higelmann, arregalou os olhos. E sorriu. Cabe a ele a missão de desvendar o caso.

A primeira pista é o nome escrito na capa: Eva Way. Ou Eva Wag? O professor conta que o sobrenome não é conhecido na cidade. Mas alerta que pode ter sido escrito errado ou abreviado. Ao folhear as páginas amareladas, ele encontrou ditados, gramática e exercícios de português. Pelo conteúdo, a suspeita é que a dona estudava no 1º ano do ginásio, equivalente ao 6º ano do Ensino Fundamental. Teria 12 anos na época, calcula:

— Ainda não analisei com calma o caderno nem os arquivos da escola. Mas vou descobrir.

Os cerca de 700 alunos entraram em alvoroço com o mistério. Enchem o professor de perguntas, ainda sem respostas. Higelmann prometeu investigar bem para explicar cada detalhe aos estudantes. Enquanto isso, o caderno fica guardado na escola, cujo prédio foi construído em 1952.

Na busca pela origem do caderno, o educador recorre à própria memória. Afinal, é ex-aluno da escola — ingressou em 1963. Se Eva concluiu o ginásio no colégio, talvez até tenham se cruzado pelos corredores. Mas a busca tem mais um alento: as iniciais no visto assinado pela professora podem ajudar a resolver o mistério.

Desde o início da obra, há três semanas, objetos antigos como lápis, canetas e moedas já foram encontrados. Talvez haja outras pistas.

— É uma busca fascinante. Espero encontrar a dona e poder devolver o caderno — afirma.

Leandro Becker
leandro.becker@zerohora.com.br


terça-feira, outubro 25, 2011

PAN 2011 Marcel Stürmer supera problemas e fatura o tri na patinação





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De patins novos e com roupa feita às pressas, brasileiro conquista mais uma medalha de ouro em Pan-Americano


O brasileiro Marcel Stürmer driblou as adversidades para conquistar o tricampeonato pan-americano da patinação artística, nesta segunda-feira, nos Jogos de Guadalajara. O segundo lugar ficou com o argentino Daniel Arriola e o bronze, com o colombiano Leonardo Parrado.



O patinador gaúcho foi assaltado no dia do embarque para o México, e ficou sem seus patins já amaciados e as roupas para as apresentações. Marcel viajou com um par de patins novos e sua costureira teve dois dias para criar fantasias, que chegaram em Guadalajara na quinta-feira, às vésperas da competição. Diferentemente do que está acostumado, a prova do Pan foi realizada ao ar livre, pouco comum em provas no Brasil.

Marcel chegou ao terceiro ouro - venceu também no Rio 2007 e Santo Domingo 2003 - depois de terminar em primeiro o programa curto, no domingo, e o longo, nesta segunda. O curto, em que Marcel se apresentou ao som do balé Cisne Negro, vale 25% da nota geral. Nesta segunda, Marcel interpretou o agente James Bond. E com uma apresentação perfeita, chegou aos 134.20 pontos, contra 129.80 de Arriola e 124.80 de Parrado. A nota geral ficou: 533.40 para Marcel, 513.10 para Arriola e 493.00 para Parrado.



Marcel Stürmer comemora sua terceira medalha de ouro consecutiva em Pan
Aliviado pela conquista, o brasileiro lembrou o nervoso que passou dias antes de competir. "Não poderia ter escolhido personagem melhor, porque a minha realidade era muito difícil quando cheguei aqui, depois do assalto, sem meu patins, minha roupa, o material que uso todos os dias há um ano e meio. É claro que isso provocou uma desestrutura emocional, então foi muito mais fácil sair da minha realidade e entrar na do James Bond, um cara que passa por cima de tudo, supera todos os obstáculos. Incorporei o personagem, e de uma certa forma me vinguei do ladrão", brincou o brasileiro.



Pela terceira vez seguida, o argentino Arriola ficou com a prata. Os dois são os principais nomes da patinação das Américas. O argentino tem como melhor resultado em Mundiais a prata na edição de 2010, em Portimão, Portugal. Marcel tem dois bronzes e, neste ano, sonha com o ouro no torneio que será disputado em Brasília, em novembro. Os italianos dominam a modalidade em nível mundial.

sábado, setembro 24, 2011

terça-feira, setembro 20, 2011

quarta-feira, setembro 14, 2011

Coisas do meu Rio Grande


Pilchado, governador acende a Chama Crioula e abre festejos da Semana Farroupilha

Vestido a caráter, com boina, lenço vermelho e botas, o governador do Estado, Tarso Genro, participou da solenidade de acendimento da Chama Crioula, em frente ao Palácio Piratini, nesta manhã

A cerimônia abriu oficialmente os festejos da Semana Farroupilha 2011.

domingo, setembro 11, 2011

sábado, setembro 10, 2011

domingo, setembro 04, 2011

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