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sexta-feira, abril 11, 2014

GREENPEACE

Greenpeace
Ajude-nos a continuar nossa missão

A Procter & Gamble, que produz o shampoo Head and Shoulders, declarou oficialmente uma nova política de não desmatamento em sua cadeia de fornecimento de óleo de palma.
A pressão popular sobre a P&G foi determinante para esse importante passo rumo a proteção das florestas da Indonésia. Aproximadamente 400 mil pessoas enviaram suas mensagens ao presidente da companhia pressionando pela mudança.
Foi uma vitória importante, mas é apenas o começo. A nova política da P&G prevê um sistema de rastreamento da origem do óleo de palma até 2020. Com isso, será possível garantir que o produto não seja proveniente de áreas de desmatamento. O Greenpeace vai acompanhar a implementação da política para que essa não seja apenas uma promessa vazia.
O anúncio da P&G é prova de que nossas vozes foram ouvidas nas mesas de reunião de grandes empresas, o que levou a Colgate, Nestlé e L’Oreal a anunciarem políticas de não desmatamento. Isso mostra que estamos contribuindo com mudanças significativas na indústria do óleo de palma.
Seguimos na luta para salvar as florestas tropicais.
Quer fazer parte desse time? Junte-se a nós e participe da mudança.
Junte-se a nós
Abraços,
Cristiane Mazzetti
Campanha de florestas
Greenpeace Brasil
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Greenpeace

domingo, dezembro 29, 2013

Ativista Ana Paula Maciel volta para casa



Em meio aos gritos de "bem-vinda, Ana!" de amigos, familiares e fãs, a ativista Ana Paula Maciel chegou às 11h10min de sábado no aeroporto Salgado Filho, depois de cem dias retida por autoridades russas, a maior parte desse período presa sob acusação de vandalismo.

Com um ursinho polar de pelúcia na mochila e uma faixa com o dizer "Salve o Ártico", em português, a bióloga gaúcha posou para fotos e concedeu entrevista coletiva por 20 minutos. Parou duas vezes, como quem contém a emoção, e começou dizendo que o período, o mais difícil de sua vida, valeu a pena.

— A repercussão que nossa prisão teve fez tudo valer a pena. Foi um período difícil, mas deu a oportunidade de revelar ao mundo a causa que defendemos.

 Ana Paula disse que não vai parar de protestar até que o Ártico tenha um santuário — local de proteção de espécies, a exemplo da Antártica. Entretanto, disse que não pensa em voltar a Rússia tão cedo para protestar contra a exploração de petróleo no Ártico.

— Não seria uma boa ideia no momento. Vou descansar e depois decidir os próximos passos.

Mais cedo, no aeroporto, o pai de Ana, Jaires Maciel, havia dito que o próximo destino seria a Nova Zelandia, já em janeiro, para defender as baleias. A informação que não foi confirmada pela ativista do Greenpeace. Mas ela indicou que continuará lutando contra a exploração de petróleo no mundo.

— Não queremos atacar as empresas se petróleo, mas o sistema de exploração petróleo. Continuaremos lutando contra petroleiras na Rússia, no Brasil e em qualquer lugar.

Ana Paula afirmou que a pressão internacional e o espaço dedicado pela imprensa foram fundamentais para sua libertação. Disse que a Rússia foi pega de surpresa pelos protestos à sua prisão e de outros 29 acusados.

— Não fosse pela repercussão, eu ainda estaria presa. A Rússia nos deu anistia por que era a única forma de sair do buraco no qual a própria Rússia havia se metido — disse Ana.

Quanto aos dois meses que passou na prisão, a bióloga contou que não tinha paz dentro da cela em razão dos gritos dos carcereiros e de uma música eletrônica que tocava das 6h as 22h na prisão.

— Não conseguia sequer ouvir o barulho da chuva. Agora, só quero descansar.

A agenda de Ana Paula está cheia. No sábado, depois de deixar o aeroporto seguiu com a família ao Restaurante Barranco, no bairro Petrópolis. À noite, deve jantar com a família na casa da tia na zona sul. Na segunda-feira, às 9h30min, tem encontro marcado com o governador Tarso Genro.

Ana Paula deixou São Petersburgo, na Rússia, por volta das 20h (14h em Brasília) de sexta-feira. Fez uma escala em Frankfurt, na Alemanha, e desembarcou às 7h em Guarulhos, na Grande São Paulo.

O ativistas ficaram detidos inicialmente na cidade de Murmansk sob a acusação de pirataria marítima e, depois, foram levados a São Petersburgo, onde foram soltos sob fiança no final de novembro. Na semana passada, eles receberam do presidente Vladimir Putin anistia da acusação de vandalismo. Ana Paula disse que, embora esteja aliviada, a anistia significa perdão por um crime que eles não cometeram.

— Estou muito feliz em voltar para casa, mas ainda apreensiva porque não devolveram nosso navio e nem nossos equipamentos — afirmou, referindo-se ao barco Arctic Sunrise, apreendido pelas autoridades.

Questionada se pretende publicar o diário que escreveu na prisão, disse apenas:
— Vamos pensar, vamos pensar.
A bióloga acredita que o lobby petrolífero foi um dos motivos que levou à repressão. Disse que não considera a Rússia uma democracia porque a justiça não é independente. Relatou que os juízes recebiam telefonemas em meio às audiências e mudavam de postura. Segundo a ativista, a campanha pelo Ártico continuará e ela seguirá fazendo protestos, mas ela não pretende voltar tão cedo ao país governado por Vladimir Putin.

Chamou este "um dos episódios mais vergonhosos em 40 anos de campanhas do Greenpeace", sobretudo no Ártico, mas, embora tenha sido o período mais crítico de sua vida, a gaúcha diz que não se arrepende de nada e entende que a prisão valeu a pena porque reforçou a causa que defende, além de mostrar para o mundo como funciona o governo russo.

Segundo ela, a extração de petróleo é um assunto de conexão do ambiente global e "se derreter o Ártico os danos serão enormes, a Amazônia pode virar deserto"

Mudanças Climáticas



Quem vai pagar a conta pelas mudanças climáticas?

Por Heitor Scalambrini Costa*


O cenário do aquecimento global traçado pelos relatórios publicados neste ano (Paris/2 fevereiro e Bruxelas/6 de abril) pelo Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (sigla em inglês, IPCC), órgão da ONU responsável por estudos sobre transformações do clima, são considerados preocupantes para todo mundo, tanto para ambientalistas, comunidade científica, como para os governos de países emissores de gases de efeito estufa (GEE). O aquecimento climático é uma certeza e é evidente a partir das observações de aumento das temperaturas do ar e dos oceanos, devido ao derretimento de neve e gelo.
Os estudos do IPCC apontam a ação humana como sendo a maior responsável pelo aquecimento do planeta. Concentrações atmosféricas globais de dióxido carbônico, metano e óxido de nitrogênio têm aumentado muito como resultado das atividades humanas desde 1750, inicio da Revolução Industrial. Segundo o IPCC, o aumento global das taxas de dióxido de carbono (atualmente em torno de 400 ppm) se deve principalmente ao uso de combustível fóssil, ou seja, o petróleo.
Nestes relatórios estão descritas em detalhes as terríveis previsões sobre secas, inundações, tempestades, doenças, extinção de espécies, aumento do nível do mar e desgraças afins. E uma das questões cruciais apontadas é de quem vai pagar a conta deste caos climático.
A resposta, dada pelo próprio IPCC, indica claramente que onde vivem as pessoas mais pobres é onde os impactos mais negativos acontecerão na agricultura, na biodiversidade, na disponibilidade de água, etc. A população pobre está menos equipada para lidar com os impactos e se adaptar a eles. Enquanto a América do Norte, a Europa, o Japão e a Austrália podem se valer de suas riquezas e infra-estrutura para, desde já, mitigar os efeitos das mudanças climáticas em curso, o resto do mundo não tem para onde correr e parece aguardar o acirramento do caos climático como um condenado à espera do verdugo.
O pior cenário é aguardado para a África. O continente africano é o menor emissor de gases causadores de efeito estufa, mas, devido a questões geográficas e de subdesenvolvimento, ele será um dos mais afetados. O aumento da desertificação da área em torno do deserto do Saara e a cada vez menor camada de neve do monte Kilimanjaro, na fronteira do Quênia com a Tanzânia, são exemplos do que está por vir. Segundo o IPCC, daqui a somente 15 anos o número de seres humanos vivendo em estado de penúria crônica de água no continente pode atingir a marca de 250 milhões.
Os africanos, maiores vítimas do capitalismo global, e já parcialmente dizimados pela fome, verão a falta d’água reduzir ainda mais suas áreas cultiváveis e fazer entrar em colapso sua agricultura. As populações costeiras mais pobres, que em sua maioria vivem da pesca, provavelmente terão que se deslocar com o aumento do nível do mar. Imaginem como será esse cenário climático associado ao atual quadro de miséria, conflitos armados e avanço descontrolado da epidemia da Aids que caracteriza os mais pobres países africanos.
Na Ásia, um quinto das geleiras do Himalaia estará derretido até 2030, fato que, após um primeiro momento de “grandes inundações”, vai gerar escassez na oferta de água em vários países do continente e deixar em estado de penúria crônica cerca de um bilhão de pessoas. Os países do sudeste asiático, sobretudo os insulares, também deverão padecer com o aumento do nível do mar e da ocorrência de chuvas torrenciais e tempestades. Alguns estão ameaçados de até mesmo desaparecer do mapa.
Na América Latina o relatório fala do desaparecimento de boa parte das espécies existentes nas florestas tropicais, a desertificação de áreas hoje consideradas semi-áridas e a inundação de partes do território desde a Argentina até El Salvador e México, entre outras coisas.
Existem outros problemas que afetarão de forma mais grave os mais pobres desses continentes, como a expansão de doenças (malária à frente, mas também cólera, dengue e outras doenças associadas à falta de saneamento básico) e o aumento da pobreza e da favelização causadas pelos deslocamentos populacionais e pela concentração excessiva de gente nas grandes cidades.
Especificamente, no caso do Brasil, nosso país já é o quarto maior emissor de gás carbônico do mundo. Além das indústrias e automóveis, o desmatamento na Amazônia é o grande vilão da história. Internacionalmente, fala-se em savanização da Amazônia. Por aqui, diz-se que a Amazônia viraria Cerrado. Esperam-se também impactos severos no Semi-Árido brasileiro, que tenderia a ficar mais seco, atingindo diretamente os 25 milhões de habitantes da região.
A sociedade mundial começa a perceber que o aquecimento global, ou seja, uma mudança significativa no clima da Terra, é um problema real e sério. Vamos precisar enfrentar o assunto de mudanças climáticas com ações sensatas, ou falhar como outras sociedades falharam no passado. Há que se tomar dois tipos de ação: adaptar e mitigar. Não pode ser só adaptação. Se as mudanças continuarem a aumentar, podemos chegar a um ponto sem volta.
Precisa-se rapidamente de uma ação muito enérgica de redução das emissões de gases de efeito estufa, principalmente do CO2.
*Heitor Scalambrini Costa é professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e Coordenador de Projetos da ONG Naper Solar

quarta-feira, outubro 09, 2013

sábado, agosto 03, 2013

Após 37 anos, macaco tratado como filho é tirado da família em São Carlos

Polícia Ambiental disse que apenas cumpriu determinação da Justiça. Dona do animal passou mal e teve que ser levada ao pronto-socorro. Felipe Turioni Do G1 São Carlos e Araraquara Macaco-prego Chico vive com a família em São Carlos há 37 anos (Foto: Fabio Rodrigues/G1) Macaco-prego Chico vivia com a família em São Carlos há 37 anos (Foto: Fabio Rodrigues/G1) O macaco-prego Chico, que há 37 anos vivia com uma família de São Carlos (SP), foi retirado do local, na manhã deste sábado (3), pela Polícia Militar Ambiental após denúncia. O animal se agarrou ao pescoço da dona e ofereceu resistência ao ser levado da casa. Elizete Farias Carmona, de 71 anos, que o tratava como filho, passou mal e teve que ser levada ao pronto-socorro. De acordo com Fernando Magnani, biólogo de São Carlos e vice-presidente da Sociedade de Zoológicos e Aquários do Brasil, o macaco pode oferecer resistência para se adaptar após tanto tempo domesticado. “A reintegração de primatas é possível se houver acompanhamento técnico específico e investimento. E se for apresentado a um grupo como o seu, o sofrimento pode ser reduzido, mas se não conseguir se reintegrar, ele pode sofrer muito”, explicou. Segundo o tenente da Polícia Militar Ambiental Leandro José Oliveira, que acompanhou a retirada do macaco, em março foi dada uma licença provisória para que Chico ficasse com Elizete até que fosse encontrado um lugar adequado para ele, o que aconteceu agora. Ainda segundo o policial, como a idosa não tem documentos que comprovem o direito de manter o macaco, não haveria como ficar com Chico. A dona de casa foi advertida e vai responder pelo crime de manutenção de animal silvestre em cativeiro. Chico foi levado para a sede da Associação de Proteção aos Animais (APA), em Assis, que fica a 330 quilômetros de São Carlos. A reportagem do G1 não encontrou nenhum representante da APA de Assis para comentar o trabalho de readaptação. Notificação Segundo o filho de Elizete, o aposentado Everaldo Forlan, uma notificação á havia sido entregue à sua mãe há dois meses. “Nós sabíamos que isso poderia acontecer, mas fomos pegos de surpresa porque os policiais disseram que ele estava domesticado e só seria investigado, sem ser retirado dela”, relatou. saiba mais Dona de casa de São Carlos, SP, trata macaco-prego como filho há 37 anos Forlan disse que o animal não queria deixar a casa e mostrou muita resistência. “Até os policiais ficaram com dó da minha mãe. O Chico não queria ir”, contou. “Quando a polícia chegou, ele ainda estava dentro da casinha dele, meu pai o retirou, ele ficou no colo da minha mãe para tomar leite, como faz toda manhã, e depois meu pai foi pegá-lo para colocá-lo de volta na casinha para ser levado, foi quando ele fez um berreiro e não queria sair do colo da minha mãe de jeito nenhum”, relatou. Elizete chegou a desmaiar e foi encaminhada para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), com queda na pressão. Ela fez exames, já que tem problemas no coração, foi medicada e repousa em casa. Chico adora ficar no colo de dona Elizete (Foto: Fabio Rodrigues/G1) Chico adorava ficar no colo de dona Elizete (Foto: Fabio Rodrigues/G1) Causas A família não sabe o que pode ter motivado a retirada do animal de dentro da casa e aguarda a ajuda de algum advogado para poder recorrer da decisão da Justiça. “Em 37 anos ele nunca mordeu ninguém. A vizinhança adora ele, tanto é que depois que ele foi embora, pelo menos umas 30 pessoas vieram até a casa da minha mãe para prestar solidariedade”, disse Forlan. Segundo ele, o macaco seria levado pela família para uma chácara nos próximos dias. “Queríamos deixá-lo em uma chácara, mas agora com esses acontecimentos não sabemos o que fazer”, lamentou. De acordo com o tenente, entretanto, nesse caso não cabe recurso. Chico é atração no bairro onde mora em São Carlos (Foto: Fabio Rodrigues/G1) Chico era atração no bairro onde morava em São Carlos (Foto: Fabio Rodrigues/G1) História Chico vivia há quase 40 anos com a família no Jardim Beatriz e sempre foi tratado como filho pela dona de casa Elizete. O macaco-prego chegou a ganhar o sobrenome da família e seu nome completo é Francisco Farias Carmona. O animal virou a atração dos moradores no bairro. Crianças e adultos sempre paravam na calçada para brincar com ele. Chico retribuía o carinho e até jogava beijos quando via alguma garota, segundo sua tratadora. O macaco chegou ao bairro por meio de um caminhoneiro vindo do Mato Grosso. Ele frequentava a casa da família devido à amizade que mantinha com a mulher e com os filhos. Denúncia Em entrevista ao G1, em fevereiro deste ano, Elizete contou que há mais de 20 anos recebeu fiscais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) junto com soldados da Polícia Ambiental em casa devido a uma denúncia. “Eles entraram e viram as condições e como o Chico é tratado. Até minha vizinha interveio e disse que se levassem o macaco, eu morreria porque ele é como um filho. Desde então, recebi autorização", contou na época. Entretanto, a idosa não conseguiu localizar a documentação que comprove essa licença. Segundo o Ibama, não há como legalizar a situação. Quando há uma denúncia, os fiscais vão ao local, aplicam multa, apreendem o bicho e o levam para alguma instituição. Caso não exista um ambiente para receber o animal e não for constatada nenhuma irregularidade onde ele vive, é feito um Termo de Fiel Depositário. Com esse documento, a pessoa não pode ser multada novamente.

terça-feira, julho 09, 2013

Deputado!

Sem palavras,coitado do meu Brasil.


sexta-feira, junho 14, 2013

Montanhas Coloridas-China

Photoshop? Que nada, isso é natureza pura!


Na China você pode encontrar de tudo, tudo mesmo. Até montanhas supercoloridas! O Parque Geológico Zhangye Danxia possui formações rochosas que, com o tempo, foram se transformando em depósitos de minerais das mais diversas cores. O resultado é uma verdadeira obra de arte. O local atrai turistas de todo o mundo, que vão até a província de Gansu, no norte do país, para conseguir imagens como essas – de tirar o fôlego!
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A paisagem única (este tipo de geomorfologia é encontrada apenas neste parque chinês) provém de formações de arenito e outros depósitos minerais que se acumularam por mais de 24 milhões de anos. Apesar de não ser um ponto turístico, a cidade de Zhangye chama a atenção de quem procura destinos exóticos. E eles já estão se preparando para o crescimento no turismo local: passarelas e estradas estão sendo construídas ao longo das montanhas para melhorar o acesso dos visitantes na área. Se você curte lugares diferentes, esta com certeza é uma ótima opção para as férias!
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Fonte IG

sábado, junho 16, 2012

Equilibrista atinge marca histórica ao atravessar as Cataratas do Niágara em cabo de aço

Nik Wallenda cruzou queda d'água na fronteira dos Estados Unidos com o Canadá em 25 minutos

O equilibrista Nik Wallenda realizou com sucesso a travessia das Cataratas do Niágara, na fronteira dos Estados Unidos com o Canadá, por meio de um cabo de aço na noite de sexta-feira. Ele se tornou a primeira pessoa a cruzar os dois países pelas quedas d'água.

Wallenda completou o percurso de 550 metros em cerca de 25 minutos sobre o cabo, de cinco centímetros de diâmetro. Ele pertence à sétima geração da tradicional linhagem dos Flying Wallendas ("Wallendas Voadores"), grupo de acrobatas, malabaristas e trapezistas que têm suas raízes no século 18, na região onde hoje fica a Áustria.

O equilibrista iniciou o trajeto com passos firmes e cuidadosos, mas praticamente correu até o fim nos últimos metros, conforme a rede CBC. A uma altura de cerca de 60 metros sobre águas turbulentas, Wallenda foi recebido no lado canadense por dois guardas de fronteira, que o saudaram e inspecionaram seu passaporte.

— Não estou carregando nada comigo. Eu garanto — brincou o cansado equilibrista ao saudar os agentes de segurança.

Durante o percurso, Wallenda conversou com o pai por meio de um fone de ouvido e ainda respondeu perguntas de telespectadores do canal ABC, que transmitiu a façanha ao vivo.

As condições do tempo foram generosas com o aventureiro, apesar de, em alguns momentos, enfrentar a névoa que subia da queda d'água. Com 33 anos e três filhos, Wallenda disse que estava "extremamente excitado" em realizar seu sonho:

— É uma visão inacreditável. Isso é realmente de tirar o fôlego.

quarta-feira, maio 16, 2012

Cobra de 6 metros mata cachorro e é capturada por bombeiros em MT


Cobra de 6 metros mata cachorro e é capturada por bombeiros em MT
Segundo bombeiros, cobra invadiu área urbana em busca de alimento.
Sucuri foi encontrada às margens de um pântano em Várzea Grande.



Uma cobra de aproximadamente 6 metros de comprimento e com cerca de 160 quilos foi capturada, na tarde desta quarta-feira (16), por uma equipe do Comando Regional 2 do Corpo de Bombeiros no município de Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. O animal foi encontrado em uma área urbana, no bairro Jardim Paula II, depois de matar um cachorro.
Segundo o sargento Antônio Ventura Moraes Silva, que atendeu a ocorrência, a cobra foi encontrada a uma distância de 20 metros de uma área de pântano, próximo a uma residência. De acordo com o sargento, a presença do animal em uma área urbana pode ter ocorrido devido ao intenso período de chuvas e ao instinto do animal em buscar alimento. Para ele, o fato é uma consequência da ocupação desordenada das cidades, que acabam invadindo o habitat natural de animais silvestres.

“No momento da captura, a sucuri estava se alimentando de um cachorro. Ela se encontrava em um local onde várias crianças costumam brincar, se caracterizando como uma situação de risco”, afirmou o sargento ao G1.

Conforme o bombeiro, há a suspeita de que outra cobra, da mesma espécie e tamanho, esteja próxima ao local, já que animais desta espécie costumam estar acompanhados. “Outras três ocorrências da mesma natureza ocorreram neste mesmo bairro, o que tem se tornado rotina”, frisou. De acordo com o sargento Antônio Moraes, as cobras desta espécie não são venenosas e se alimentam de pequenos animais, e só podem oferecer risco aos seres humanos quando estão famintas.
A cobra foi retirada do local pela equipe do Corpo de Bombeiros, que realizou a imobilização do animal com um instrumento apropriado de captura. De acordo com o sargento, a sucuri deve ser encaminhada para o zoológico da UFMT, ou será devolvida à natureza, na região do Pantanal mato-grossense.

quinta-feira, abril 26, 2012

Peixe-boi


Filhote de peixe-boi é resgatado na Amazônia e recebe cuidados
Animal foi encontrado sem a mãe e encaminhado para o Inpa.
Com dois meses, ele está sendo alimentado com mistura láctea.



Um filhote de peixe-boi com dois meses foi encontrado sem a mãe por pescadores de Barreirinha, no Amazonas, e encaminhado para o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), em Manaus. A chegada no instituto ocorreu nesta terça-feira (20).

O Inpa tem um tanque de peixe-boi que abriga dezenas de animais. Grande parte deles são filhotes órfãos encontrados nos rios da Amazônia e debilitados pela falta de leite materno. Uma das causas de morte das mães é a caça predatória.
O novo filhote, de 80 cm e 12 kg, foi alimentado com uma mistura láctea e está aparentemente saudável, segundo o Inpa. Ele ficará no instituto até o fim de semana e, em seguida, será encaminhado para o Centro de Preservação e Pesquisa de Mamíferos Aquáticos, localizado no município de Balbina (AM).

segunda-feira, março 05, 2012

Desabamento de Geleira


Desabamento de geleira na Argentina vira ´espetáculo` para turistas


A queda de grandes pedaços de gelo dentro de um lago foram saudadas aos gritos por turistas que visitavam o Parque Nacional Perito Moreno.

A geleira mais famosa da Argentina é também uma das mais estáveis e acessíveis do país.

Ela tem mantido suas proporções originais, ao passo que outras geleiras no país vêm perdendo volume.

A geleira cobre uma área de aproximadamente 200 quilômetros quadrados e as encostas da geleira medem cerca de 70 metros de altura.
Palavras-chave: lago , perito Moreno , glacial , natureza , zoomin , argentinos , Argentina , turista , geleira , parque nacional , gelo , visitantes , argentino , queda , argentinas , desabamento , turismo , turistas , encostas , fenômeno , natural , encosta , fenômeno natural ,

quinta-feira, fevereiro 23, 2012

Lagosta gigante

Aimee Hayden-Rodriques, do aquário do estado americano do Maine, posa com lagosta de 12,2 quilos e 1 metro de comprimento. Ela foi pescada por Robert Malone, próximo à cidade de Rockland, em 17 de fevereiro. O crustáceo foi apelidado de Rocky (Foto: Maine State Aquarium/AP

quarta-feira, fevereiro 08, 2012

terça-feira, dezembro 20, 2011

Brasil

sábado, outubro 08, 2011

As 10 vistas mais bonitas do mundo













Grand Canyon
Localizado no Arizona, EUA, o vale é considerado uma das sete maravilhas naturais do mundo. Foto: Chensiyuan

Himalaia
A Cordilheira do Himalaia é a mais alta cadeia montanhosa do mundo, localizada entre cinco países (Índia, China, Butão, Nepal, Paquistão) e contém a montanha mais alta do planeta, o Monte Everest. Foto:Luca Galuzzi

O Vale de Yosemite
O vale está localizado entre as montanhas de Sierra Nevada na Califórnia. É a principal atração do Parque Nacional de Yosemite, patrimônio mundial da UNESCO. Foto: Chensiyuan

Baía de Ha Long
A Baía de Ha Long (em português:"Onde o Dragão entra no Oceano"), tem cerca de 3.000 ilhotas de calcário que se elevam das águas. É a mais conhecida baía do Vietnã– As rochas que se beijam. Foto: Nguyễn Thanh Quang

Rocha de Uluru
Situado na Austrália, é notável pela sua qualidade de coloração variável de iluminação diversa que ocorre em diferentes horas do dia e do ano. Foto: Leonard G.

Borá Borá
Ilha do grupo das Ilhas de Sotavento do arquipélago de Sociedade na Polinésia Francesa no Oceano Pacífico. Foto: K5 Boardshop

Deserto do Saara
O maior deserto quente do mundo está localizado no norte da África. É oficialmente o segundo maior deserto da Terra, logo após da Antártica. Foto: Luca Galuzzi

Cataratas do Niágara
São um agrupamento de massivas quedas d'água localizadas no rio Niágara, leste da América do Norte, entre os lagos Erie e Ontário, na fronteira entre o estado de Nova Iorque e da província canadense de Ontário. Foto: Kag427

Fernando de Noronha
É um arquipélago pertencente ao estado brasileiro de Pernambuco, formado por 21 ilhas e ilhotas, ocupando uma área de 26 km². Um lugar paradisíaco. Foto: Roberto Garrido

Monte Kilimanjaro
Está localizado no norte da Tanzânia, junto à fronteira com o Quénia. É o ponto mais alto de África, com uma altitude de 5 891 no Pico Uhuru. Foto: Yosemite

sábado, setembro 24, 2011

Crocodilão



09/09/2011 11h47 - Atualizado em 09/09/2011 11h48
Crocodilo de mais de 6 m é flagrado devorando antílope no Quênia
Cena ocorreu na reserva nacional de Maasai Mara.
Outros répteis de tamanho menor ficaram só observando.
Do G1, em São Paulo
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O fotógrafo Paolo Torchio flagrou um crocodilo de mais de 6 metros devorando uma carcaça de um antílope na reserva nacional de Maasai Mara, no Quênia. Segundo Torchio, outros répteis de tamanho menor ficaram só observando enquanto o "monstro" devorava o antílope de mais de 130 quilos com chifre e tudo, de acordo com a agência "Barcroft Media".

Crocodilo de mais de 6 metros foi flagrado devorando presa em rio. (Foto: Paolo Torchio/Barcroft USA/Getty Images)

Cena impressionou o fotógrafo Paolo Torchio. (Foto: Paolo Torchio/Barcroft USA/Getty Images)

segunda-feira, setembro 05, 2011

Jundiá


Cocodrilo Gigante


Parece que la historia del cine. Un cocodrilo gigante asesino estaba comiendo y residentes supuestamente aterradora de una aldea en las Filipinas. El animal, de 6,5 metros de largo y un peso de una tonelada fue capturado por la tranquilidad general.

El reptil es sospechoso de varios ataques, incluyendo la muerte de un pescador desaparecido desde el mes de julio. La persecución duró tres semanas, y una copia se encuentra entre la más grande jamás capturado vivo en el país.

Según "The Sun", la bestia ahora deben ser referidos a un parque ecoturístico.

sexta-feira, agosto 26, 2011

Cobra de seis metros e de 120 quilos é encontrada por fazendeiro em MT/BRASIL




26/08/2011 17h08 - Atualizado em 26/08/2011 18h21
Cobra de seis metros e de 120 quilos é encontrada por fazendeiro em MT
Cobra pesa mais de 120 quilos e foi capturada pelo Ibama.
Foram necessários oito homens para carregar o animal até a gaiola.




Uma cobra sucuri de seis metros foi capturada em uma fazenda localizada próxima ao município de Guarantã do Norte, a 721 quilômetros de Cuiabá. O proprietário contou que o animal pesa 120 quilos e já estava na fazenda há alguns dias se alimentando, inclusive, de outros bichos como novilha e galinhas.
saiba mais


O dono da fazenda acionou o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) do município, para capturar a cobra após alguns animais terem sido devorados. De acordo com o Ibama, a primeira tentativa de captura foi feita na quarta-feira (24), porém, pelo tamanho e peso do animal não foi possível conseguir dominá-lo.

Ainda conforme a diretoria da instituição foram necessários oito homens para a busca do animal, que se escondia em um córrego e nas pastagens. Após a captura, a cobra foi colocada em uma gaiola e passou por avaliação de biólogos. O Ibama confirmou também que o animal foi solto nesta sexta-feira (26) na Serra do Cachimbo, região Norte de Mato Grosso.


sexta-feira, agosto 05, 2011

Peixe-boi


Após 30 horas de viagem de barco, equipes da Associação Amigos do peixe-boi (Ampa) chegaram nesta sexta-feira (5) a Manaus (AM) com o 11º filhote de peixe-boi encontrado debilitado neste ano.

Com aproximadamente dois meses, o espécime foi encontrado há duas semanas no povoado de Barreirinha (a 330 km da capital amazonense) enroscado em uma rede de pesca.

Em todo o ano passado, foram 13 ocorrências deste tipo. Segundo a Ampa, há risco deste número aumentar devido ao período de seca, quando os rios da Amazônia reduzem seus níveis e deixam à mostra exemplares da espécie ameaçada de extinção.

O filhote de peixe-boi resgatado foi levado ao laboratório de mamíferos aquáticos do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), onde passará por tratamento para recuperar peso. Atualmente, o exemplar pesa 13 quilos enquanto deveria estar com 25 quilos.
Filhote de peixe-boi encontrado a 330 km de Manaus (AM) e que foi levado nesta sexta-feira (5) para tratamento no Inpa (Foto: Divulgação/Ampa)Filhote de peixe-boi encontrado a 330 km de Manaus (AM) e que foi levado nesta sexta-feira (5) para tratamento no Inpa (Foto: Divulgação/Ampa)

Reintrodução
Os pesquisadores das duas instituições se organizam para iniciar em setembro um projeto de reintegração de peixes-bois à natureza. A intenção do programa é evitar o envelhecimento dos animais em cativeiro e ainda desafogar os tanques do Inpa, instituição que atualmente abriga 54 peixes-bois encontrados em operações ambientais ou que foram salvos por moradores.

A experiência de reintrodução já foi realizada em 2008, quando os biólogos liberaram três peixes-bois em rios da Amazônia com rastreadores. Entretanto, a tentativa não deu certo já que dois animais morreram e o terceiro desapareceu da área de cobertura do rastreador.

“Agora, vamos liberar os animais em um semicativeiro. Um lago existente em Manacapuru, cidade próxima a Manaus, onde os animais poderão se ambientar ao meio ambiente, sem risco de perda, e com acompanhamento dos técnicos para monitorar seu desenvolvimento”, afirmou Isabel Reis, bióloga da Ampa.

Envelhecimento
De acordo com ela, nesta primeira fase três peixes-bois (dois machos e uma fêmea) serão colocados neste lago pelo período de um ano, com rádio-transmissores presos à cintura. Após os 12 meses de monitoramento, eles serão liberados em rios da região amazônica. A intenção é recolocar três ou mais animais anualmente em seu habitat de origem.

“Isto vai contribuir para desafogar os tanques do Inpa, mas, principalmente, fará com que o animal volte a seu habitat. A maioria dos exemplares de peixe-boi vive cerca de 65 anos. Não tem como ficar com um animal tanto tempo em cativeiro”, disse Isabel.

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