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quinta-feira, junho 16, 2011

BURACO NEGRO DEVORA ESTRELA




Colisão entre estrela do tamanho do Sol e um enorme buraco negro provocou uma das maiores explosões espaciais já registrada
Astrônomos acreditam ter resolvido o mistério de uma das maiores explosões espaciais jamais registradas. Eles afirmam que a explosão em uma galáxia distante aconteceu depois que um buraco negro massivo devorou uma estrela. A energia liberada foi detectada primeiramente pelo satélite Swift no dia 28 de março e foi confirmada depois por telescópios.

Alguns cientistas acreditaram que o clarão era uma explosão de raios gama de uma estrela em colapso, porém a queima de um evento como este dura normalmente apenas poucas horas. Ao invés de desaparecer, a explosão cósmica continuou a queimar e a emitir radiações de alta energia por dois meses e meio.

Duas equipes concluíram que uma estrela do tamanho do Sol foi sugada por um buraco negro gigante do mesmo jeito que uma mosca não consegue escapar de um sapo.

Assim que o buraco negro abocanhou a estrela, um feixe de energia foi jorrado em direção a Terra e isto pode ter sido registrado pelos telescópios. O banquete estelar ocorreu em uma galáxia a 3,8 bilhões de anos luz. Um ano luz corresponde a cerca de 9,66 trilhões de quilômetros.

Foto: University of Warwick/Mark Garlick Ampliar

Ilustração mostra feixe luminoso liberado após buraco negro sugar estrela

“Isto foi totalmente diferente de qualquer coisa vista”, disse Joshua Bloom, astrônomo da Universidade da Califórnia, em Berkeley, que liderou uma das equipes do estudo publicado no periódico científico Science. Bloom classificou o evento como algo extremamente raro.

"Isso acontece porque o buraco negro rasga a estrela, sua massa gira em espiral e este processo libera muitíssima energia", explicou o cientista.

Cerca de 10% da massa dessa estrela se transformou em energia irradiada, como raios X e gama, que podiam ser vistos na Terra, uma vez que o feixe de luz apontava para a Via Láctea, segundo o estudo.

Ao repassar o histórico de explosões na Constelação de Draco, onde foi observado o fenômeno, os cientistas determinaram que o acontecimento foi "excepcional", já que não encontraram indícios de outras emissões de raios X ou gama.

Buracos negros são como roda moinhos, núcleos super densos das galáxias que consomem tudo por perto em pouco tempo. Como eles crescem permanece um mistério. Cientistas acreditam que a observação do clarão pode ajudar na melhor compreensão de como as galáxias se formam.


Em repouso
O mais fascinante, segundo Bloom, é que o fenômeno começou em um buraco negro em repouso, que não estava atraindo matéria. "Isto poderia acontecer em nossa própria galáxia, onde há um buraco negro que vive em quietude e que fervilha ocasionalmente, quando absorve um pouco de gás", garantiu. No entanto, Bloom ressaltou que seria uma surpresa ver outro fenômeno similar no céu na próxima década.

“Não é o tipo de coisa pela qual se deva perder o sono”, disse o pesquisador Andrew Levan da Universidade de Warwinck, na Inglaterra, e que liderou a outra equipe de estudo.

A explosão é algo "nunca visto" até agora na longitude de onda dos raios gama, por isso o mais provável é que só aconteça "uma vez a cada 100 milhões de anos, em qualquer galáxia", calculou o cientista.

O estudo estima que as emissões de raios gama, que começaram entre os dias 24 e 25 de março em uma galáxia não identificada a cerca de 3,8 milhões de anos luz, vão se dissipar ao longo do ano.

"Acreditamos que o fenômeno foi detectado em seu momento de maior brilho, e se realmente for uma estrela destruída por um buraco negro, podemos dizer que nunca voltará a ocorrer nessa galáxia", concluiu Bloom.

quinta-feira, abril 01, 2010

ROBÔ-Marte


Nasa perde comunicação com robô atolado em Marte


O robô Spirit não conseguiu fazer a comunicação prevista para essa semana com a Nasa (Agência Espacial Americana). Acredita-se que o envelhecido e atolado desbravador marciano tenha entrado em hibernação para sobreviver ao inverno do Planeta Vermelho. A previsão era de que ele se comunicasse com a sonda Odyssey na terça-feira (30).

"Nós estamos verificando outras possibilidades menos prováveis para a comunicação perdida, mas isso provavelmente indica que o Spirit teve uma falha de potência entre o dia 22 de março e a última terça-feira (30)", explica o gerente de projeto John Callas.

Operando em Marte desde 2004, o robô sobreviveu a invernos anteriores posicionando seus painíes solares na direção do sol. Porém ele está atolado na areia há quase um ano terrestre e com duas de suas seis rodas quebradas. Em janeiro deste ano a Nasa decidiu usá-lo como uma estação científica fixa.

terça-feira, março 30, 2010

Acelerador do Cern recria situação pós-Big Bang



Acelerador do Cern recria situação pós-Big Bang



GENEBRA - Pela primeira vez, cientistas conseguiram nesta terça-feira fazer o maior colisor de partículas do mundo - o Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês) - funcionar e recriar uma situação similar aos instantes posteriores ao Big Bang, a grande explosão que deu origem ao universo.

A colisão de feixes de prótons, feita a uma energia de 7 TeV teraeletrovolts, foi alcançada após duas tentativas fracassadas. O LHC conseguiu colidir dois feixes de prótons a uma velocidade três vezes maior que o recorde anterior. Segundo os cientistas responsáveis pelo LHC, a energia de 7 TeV teraeletrovolts é recorde.




Cientistas do Cern comemoram resultado de experiência (Imagem/AP)

O sucesso do experimento abre as portas para uma nova fase na física moderna, já que agora será possível dar respostas a inúmeras incógnitas sobre o universo e a matéria, segundo os cientistas do Cern.

Projeto de US$ 10 bilhões, o LHC realiza as colisões de feixes de prótons como parte de uma ambiciosa experiência que busca revelar detalhes sobre micropartículas e microforças teóricas.

A ideia é que esses testes ajudem a lançar luz sobre as origens do universo, além de responder a importantes questões da física. As colisões representam uma nova era na ciência para os pesquisadores que trabalham no LHC, que fica na fronteira entre Suíça e França e faz parte do Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (Cern).

Os pesquisadores na sala de controle do Cern aplaudiram quando as primeiras coalizões bem-sucedidas ocorreram. Vários cientistas pelo mundo acompanham os trabalhos. O LHC foi lançado com pompas em 10 de setembro de 2008, mas apresentou problemas nove dias depois. Os reparos e as melhorias custaram US$ 40 milhões, até que o aparelho voltou a operar no fim de novembro.

As colisões, porém, causaram temor em algumas pessoas, que temiam riscos para o planeta por causa da criação de pequenos buracos negros - versões subatômicas de estrelas que entram em colapso gravitacional -, cuja gravidade é tão forte que eles podem sugar planetas e outras estrelas. O Cern e muitos cientistas rejeitam qualquer ameaça à Terra ou às pessoas, afirmando que esses buracos negros seriam tão fracos que se desfariam quase logo após serem criados, sem causar problemas.


Display mostra a atividade durante a colisão de partículas (Imagem/AP)


A energia extra obtida no LHC europeu deve revelar dados sobre algumas questões ainda não respondidas na Física de partículas, como a existência da antimatéria e a busca pelos bósons de Higgs, uma partícula hipotética que, segundo cientistas, daria massa a outras partículas e, com isso, para outros objetos e criaturas no universo.

Os cientistas também esperam analisar, em escala mínima, o que ocorreu nos segundos após o Big Bang, que segundo eles foi o momento de criação do universo, cerca de 14 bilhões de anos atrás.

quinta-feira, dezembro 31, 2009

Aquário


Perfil do signo de Aquário

Os que nascem nesta época do ano vão ter que integrar nas suas vidas a contradição interna que marca o destino dos aquarianos. Ricos ou pobres, bonitos ou feios, inteligentes ou burros, todos tem dentro de si uma centelha de rebeldia, uma curiosidade universal e um fascínio pela passagem do tempo.

Aquário é regido por dois planetas que à primeira vista parecem antagônicos. É o espaço do céu que Saturno, o deus do tempo e dos limites, tem que dividir com Urano, o senhor do caos e da liberdade. Desse encontro de gigantes podem nascer pessoas diferentes, até mesmo opostas.

Se a força maior é de Urano, aparecem os revolucionários, os subversivos, que em qualquer área em que atuem vão se dedicar a recriar o novo. Como Mao Tse Tung fez com a China, como Christian Dior fez com a alta-costura, como Mozart fez com a música ou James Joyce com a literatura. Querendo ou não, os aquarianos desse tipo tem um encontro marcado com uma revolução. Se não estiverem ao lado dela, vão ser vítimas dela. Como Luiz XVI, o rei que acabou na guilhotina.

Quando o peso maior é para Saturno, aparecem os aquarianos que vão se dedicar a conservar e a reorganizar tudo o que o tempo traz. Colecionadores, historiados, cientistas, ou ditadores. A psique dos que nascem neste signo oscila entre a contestação e a ditadura.

Mas todos tem uma coisa em comum: a necessidade de fazer parte de um grupo, mas participar dele como uma pessoa independente.

Por causa da influência de Saturno, sabem que, sob um determinado ponto de vista, todos os homens são iguais, mas por causa de Urano tem a consciência de que nunca existiram nem vão existir dois homens iguais sobre a face da Terra.

O destino dos aquarianos é passar de Saturno a Urano. É passar do passado ao futuro sem se preocupar com o presente. Porque para eles, o presente não existe.



/////////////////


:: Graziella Marraccini ::

O signo de Aquário é o décimo-primeiro do Zodíaco. Inicia em 20 de Janeiro e termina em 20 de Fevereiro. Signo do elemento AR, é governado pelo planeta Saturno e tem como co-regente o planeta Urano. É positivo, masculino, violento, fixo, e de beleza.

Como são os nativos deste signo? Bem, não se pode falar que eles sejam fáceis ou monótonos! São pessoas com espírito avançado e com a cabeça sempre voltada para o futuro, gostam de qualquer novidade e são seguramente "anti-convencionais". Possuem porém conceitos rígidos, que dificilmente mudam.

Adoram a vibração, o ritmo, as invenções e suportam a duras penas as restrições! Muitos são independentes e tem dificuldade para o convívio a dois, pois precisam de seu espaço próprio e não toleram invasões de privacidade!

Possuem sentimentos humanitários, e apreciam a liberdade e a amizade. Se associam às vezes à Sindicatos, agrupamentos cívicos, cooperativas e movimentos que desenvolvam idéias novas e sobretudo que defendam a liberdade, a solidariedade e a democracia. Sob a influência de Urano foram e são feitas as maiores revoluções em nome da liberdade!

Às vezes esse exagerado gosto pelo excêntrico torna os nativos de Aquário um tanto rebeldes, dificultando sua submissão às regras e às leis. Para isso devem fazer apelo ao planeta Saturno, que lhes cobrará atitudes mais tradicionais.

Um Aquariano típico adora as Leis somente para poder mudá-las! Se todos vão numa direção, ele irá na direção oposta; talvez, até somente para ser notado e para ser diferente. É um líder nato e tem seguramente uma inteligência brilhante. Se o planeta Saturno estiver amenizando esta rebeldia Uraniana, podem porém ter tendência à solidão e ao isolamento, mesmo porque às vezes tem um certo desprezo por este mundo que é tão monótono e "normal"!

Uma outra característica deste signo é a impaciência! Tudo para eles deve ser rápido, para ontem! São dotados de rapidez de raciocínio e, não raramente, de dons advinhatórios. Não é por acaso que é este o signo que rege a Astrologia!

O ponto frágil em seu organismo são os tornozelos e a parte inferior das pernas.

Aquário e o amor:
Eles estão colocados entre "os melhores amigos do Zodíaco", tendo uma clara tendência em ajudar e estão sempre dispostos a ouvir o que os outros têm a dizer. Por isto eles são bons amigos, mas na hora de um compromisso mais formal, são extremamente cautelosos. Amantes da liberdade, mesmo quando se apaixonam, analisam friamente suas emoções para não se deixar levar. Não se entregam facilmente.
É mais fácil que parta para um "casamento aberto", onde respeitará a liberdade do outro para que a sua não seja invadida. Ele tem a capacidade de preparar o ambiente certo para uma noitada realmente diferente e excitante, e com este talento envolve o parceiro (a) e intensifica os seus relacionamentos. Se assume um casamento, será, de qualquer modo, fiel, já que não é dado a aventuras e nem busca o amor pelo amor.

Aquário e a Casa:
A casa do aquariano será sem dúvida "diferente". Sempre haverá algo insólito. Num ambiente extremamente moderno, colocará peças raras de antiquariado. Num ambiente mais formal, colocará aquela pitada de surpresa necessária para mostrar que ele "está sempre na frente"! Com móveis de design moderno numa decoração abstrata, o quarto do aquariano pode parecer já no Século 21, ou poderia figurar numa Galeria de Arte Moderna! O importante para ele é o projeto, que deve ser atual, mas deve visualizar o quarto do futuro. Para ele uma casa que não muda é uma casa morta, já que ele ama a tradição somente para fazê-la mudar!
E como seria o quarto do aquariano? Sinônimo do paradoxo, o aquariano prefere um quarto que não lhe pareça um quarto. Por isso suas opções recaem sempre sobre o que há de mais moderno e abstrato. Os moveis e objetos são do mais absoluto design, funcionais, e as cores definidas, vivas, ou em matizes de cinzas e preto, com muito aço ou alumínio. Tudo no mais rigoroso High-tec, moderno e futurista.

sábado, novembro 21, 2009

Criando Universo



O gigantesco acelerador de partículas batizado de Grande Colisor de Hádrons (LHC), o maior e mais complexo instrumento científico já construído, voltou a funcionar nesta sexta-feira depois de 14 meses de paralisação, informou o Centro Europeu de Investigação Nuclear (CERN, na sigla em inglês). Segundo os cientistas, dois feixes de prótons já estão circuladndo em direções opostas dentro do equipamento.

Se tudo correr como planejado, a equipe de cientistas poderá aumentar a energia do colisor durante o final de semana e atingir níveis jamais registrados.

AP

Parte do gigantesco acelerador de partículas

"É formidável ver circular novamente os feixes no LHC", disse o diretor-geral do CERN, Rolf Heuer.

"Mas ainda há uma longa estrada a percorrer, mas este grande passo dado hoje nos coloca no caminho".

Big Bang

O acelerador, cujo custo é estimado em US$8 bilhões, começou a operar em setembro de 2008 na fronteira franco-suíça. Mas o aparelho apresentou um problema de vazamento e teve que ser novamente aquecido para possibilitar o conserto.

O LHC foi projetado para atirar partículas de prótons umas contra as outras quase à velocidade da luz. A liberação maciça de energia causada pelo choque das partículas simularia as condições após a explosão que deu origem ao universo.

No experimento realizado em 19 de setembro de 2008, os engenheiros circularam partículas de prótons dentro de um túnel de 27 quilômetros de circunferência que abriga o LHC.

Após o sucesso dessa primeira parte, o próximo passo será projetar outras partículas na direção oposta para que possam colidir, recriando as condições que existiam no universo imediatamente após o Big Bang.

sexta-feira, novembro 13, 2009

lua


quantidade de água na Lua


A Nasa (agência espacial americana) anunciou nesta sexta-feira que descobriu grande quantidade de água na Lua durante experimentos realizados no mês passado. Nas experiências, a Nasa lançou um foguete e logo depois com uma sonda em uma cratera perto do polo sul lunar.

* Nasa realiza missão "suicida" em busca de água na Lua

Os cientistas da Nasa disseram que os instrumentos detectaram a água em uma coluna de detritos criada após as colisões.

"De fato, sim, nós encontramos água. E nós não encontramos um pouquinho, nós encontramos uma quantidade significativa", disse Anthony Colaprete, o principal responsável pelo experimento no Centro Ames de Investigação, da Nasa, no Estado americano da Califórnia.

Os impactos levantaram cerca de 90 litros de água, estimou Colaprete.

A identificação de água na Lua é importante por motivos científicos, mas a presença do recurso também poderia ser importante em futuras expedições tripuladas ao satélite natural da Terra.

segunda-feira, outubro 19, 2009

+ PLANETAS

exoplanetas - assim chamados por estarem fora do Sistema Solar. Segundo os cientistas, os exoplanetas têm tamanhos que variam de cinco vezes a massa da Terra a até entre cinco a dez vezes a massa de Júpiter, o maior planeta do nosso sistema.

AP
Impressão artística mostra alguns dos 32 exoplanetas

Impressão artística mostra alguns dos 32 exoplanetas

Para identificar os corpos celestes, os cientistas do European Southern Observatory, trabalhando no observatório de La Silla, no Chile, utilizaram um instrumento de rastreamento muito sensível, o espectômetro Harps (sigla de High Accuracy Radial Velocity Planet Searcher, ou "rastreador de planetas por velocidade radial de alta precisão", em tradução livre).

A descoberta - que eleva o número de exoplanetas conhecidos para mais de 400 - deixou os astrônomos entusiasmados porque indica que pode haver inúmeros planetas de pouca massa para os padrões astronômicos, como a Terra, em nossa galáxia.

"A partir (dos nossos) resultados, sabemos agora que pelo menos 40% das estrelas do tipo solar têm planetas de pouca massa. Isso é realmente importante, porque significa que planetas com pouca massa estão em toda a parte, basicamente", explicou Stephane Udry, da Universidade de Genebra, na Suíça.

"O que é muito interessante é que modelos estão prevendo (os planetas), e nós estamos encontrando (os planetas), e além disso, os modelos estão prevendo ainda mais planetas de massas menores, como a Terra".

Tamanhos

O Harps usa um método indireto de detecção que indica a existência de planetas a partir da forma como sua gravidade faz com que uma estrela-mãe pareça piscar em seu movimento pelo céu.

Para detectar os exoplanetas, a astronomia está trabalhando no limite da tecnologia atual. A maioria dos que foram encontrados até agora são do tamanho de Júpiter ou maiores.

O instrumento Harps, no entanto, está sendo usado para verificar estrelas pequenas, relativamente frias, na esperança de encontrar planetas de baixa massa, aqueles com maior probabilidade de se parecer com os planetas rochosos do nosso Sistema Solar.

Dos 28 planetas conhecidos com massas com menos de 20 vezes a massa da Terra, o Harps já identificou 24 e seis destes estão no grupo anunciado recentemente.

"Temos dois candidatos com cinco vezes a massa da Terra e dois com seis vezes a massa da Terra", afirmou Stephane Udry. Anteriormente, o Harps já tinha identificado um objeto que tinha apenas duas vezes a massa da Terra.

Os cientistas buscam encontrar planetas rochosos que orbitem uma "área habitável" ao redor de uma estrela - ou seja, uma região do espaço em que o planeta tenha temperaturas em uma faixa que poderia abrigar a presença de água em estado líquido.

Cientistas acreditam que a introdução de novas tecnologias, mais sensíveis, vai permitir que eles identifiquem estes objetos dentro de apenas alguns anos.

quinta-feira, outubro 08, 2009

Nasa LUA


A Nasa, a agência espacial americana, lança nesta sexta-feira um foguete de 2,3 toneladas contra uma cratera no pólo sul da Lua, seguido por uma sonda, que também baterá no solo lunar, em uma missão cujo objetivo principal é verificar se há água no satélite.

Nasa
Imagem criada em computador mostra a sonda LCROSS
Imagem criada pela Nasa em computador
mostra a sonda LCROSS
A sonda, chamada de LCROSS (Lunar Crater Observation and Sensing Satellite), partiu da Terra em junho passado, a bordo de um foguete Atlas V, junto à sonda LRO (Lunar Reconaissance Orbiter), encarregada de elaborar uma carta detalhada do único satélite natural do nosso planeta.

Os dois artefatos integram a primeira missão do programa Constellation, que prevê a volta do homem à Lua a partir de 2020.

A sonda LCROSS viajou para a Lua durante três meses, carregada por um estágio do foguete Atlas chamado Centauro. Os dois artefatos serão lançados amanhã contra a cratera lunar Cabeus.

Centauro baterá contra Cabeus às 11H30 GMT (08H30 Brasília), a uma velocidade de 9.000 km por hora, criando uma cratera de 20 metros de diâmetro por cinco de profundidade.

O impacto lançará 350 toneladas de material, a até 10 km de altura, que esta nuvem de solo lunar será amplamente iluminada pelos raios do Sol.

A sonda LCROSS, com 891 quilos, sofrerá o mesmo destino do Centauro, quatro minutos depois, o tempo necessário para que seus nove instrumentos, entre eles três espectrômetros, possam captar e determinar a natureza das partículas projetadas pelo primeiro impacto, e transmitir os dados à Terra.

Os cientistas pretendem determinar se há água congelada no fundo da cratera, que jamais recebe a luz solar e tem temperaturas médias de 240 graus negativos.

domingo, agosto 16, 2009

O maior planeta do sistema solar.

Júpiter é um planeta do sistema solar que se destaca pelo tamanho, pois é considerado o maior de todo o conjunto de planetas do sistema. Esse está posicionado no sistema solar em quinto lugar, tomando como referência o Sol.

Esse é um dos planetas que possui anéis, é também conhecido por Grande mancha vermelha. Quanto ao tamanho, Júpiter possui uma massa que supera a terrestre em 318 vezes e, em relação ao diâmetro, é onze vezes maior que a Terra.

Júpiter é um planeta gasoso formado por pó e gás hidrogênio que se encontra em uma etapa de transformação retardada. Júpiter é o quarto corpo mais brilhante no céu, superado somente pelo sol, lua e Vênus. A atmosfera do planeta é constituída por cerca de 86% de hidrogênio metálico, além de hidrogênio líquido e gás hidrogênio.

Informações gerais de Júpiter

Raio equatorial: 71.0398 quilômetros.

Período da rotação: 9 horas 55 minutos e 30 segundos.

Temperatura: 140 k

Número de satélites conhecidos: 16.

Por Eduardo de Freitas
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola

Planetas - Curiosidades - Geografia - Brasil Escola

quarta-feira, agosto 12, 2009

Planetas

O que parecia cena de filmes de ficção científica realmente aconteceu. Imagens captadas pelo telescópio Spitzer da agência espacial americana captaram o violento choque entre dois planetas rochosos, distantes 100 milhões de anos-luz da Terra.
Segundo a agência americana, a colisão envolveu um planeta com o tamanho da Lua e outro com tamanho a Mercúrio e espalhou enormes quantidades de rocha derretida no espaço. Ainda de acordo com a Nasa, os planetas estariam viajando à velocidade de 10 km por segundo quando ocorreu o impacto e orbitavam a antiga estrela HD 172555, de 12 milhões de anos de idade, localizada na constelação do Pavão.

"Para que a rocha derretesse e se vaporizasse o choque deve ter sido muito violento", disse o pesquisador Carey Lisse, ligado ao Instituto de Física e Astrofísica da universidade Johns Hopkins e autor da descoberta, publicada na edição de agosto do periódico Astrophysical Journal. No entender de Lisse, a colisão é muito similar àquela que provavelmente deu origem à Lua há 4 bilhões de anos, quando um objeto do tamanho aproximado de Marte se chocou contra a Terra.

Segundo o trabalho de Lisse, o choque destruiu completamente o objeto de menor tamanho e espalhou grande quantidade de material magmático, que foi registrado pelos sensores infravermelhos do telescópio na forma de tectitas, fragmentos de lava recongelados que dão origem a uma espécie de vidro que se forma no espaço.

Foto: Concepção artística mostra o violento choque entre planetas, conforme registrado ___- IG -___

segunda-feira, agosto 03, 2009

Planetas

Quais as chances da Terra ser atingida por um cometa ou asteroide?
O impacto de um cometa ocorrido na última semana contra o planeta Júpiter produziu em sua atmosfera uma enorme cicatriz do tamanho do planeta Terra e trouxe novamente a questão sobre as consequências que um choque desse tipo teria em nosso planeta.

sábado, julho 11, 2009

VENUS

Vênus é um planeta que compõe o sistema solar. Está situado no sistema solar no segundo lugar entre os planetas a partir do sol.

O nome do planeta em questão é proveniente da deusa romana Vênus. O planeta Vênus possui grande semelhança com a Terra, ambos são do tipo terrestre, além disso, são semelhantes quanto ao tamanho, massa e composição.

Vênus é o planeta de maior proximidade com a Terra, está distante entre 40,2 milhões de quilômetros e 260 milhões de quilômetros, essa variação é oriunda da órbita que os respectivos realizam em torno do sol.

O estudo acerca de Vênus teve início quando a primeira sonda espacial, chamada de mariner 2, em 1962, atingiu a superfície do planeta, logo mais foram enviadas outras sondas, o fluxo aumentou, até por que configurava o período da corrida espacial, então foram enviadas as sondas soviéticas de nome Vênus e as americanas Mariner e Pioneer.

No ano de 1982 outras sondas pousaram na superfície e detectaram basalto de cobre nas camadas do planeta.

Vênus é um dos astros mais reluzentes, superado pela Lua, a luz refletida é popularmente denominada de “estrela Dalva”.

No decorrer de muito tempo imaginava-se que Terra e Vênus eram planetas gêmeos, embora as particularidades comuns se restrinjam somente aos aspectos referentes ao tamanho e massa, pois em condições favoráveis de formação e proliferação de vidas são totalmente distintos.

Outra diferença entre Terra e Vênus é a atmosfera, pois a atmosfera do segundo é 92 vezes mais densa que a da Terra. Isso por que a atmosfera é constituída em grande parte de gás carbônico, ocasionando um profundo efeito estufa que coloca o planeta como o mais quente entre todos os outros.

Uma curiosidade particular de Vênus é em relação aos movimentos de rotação e translação, em que um dia nesse planeta é maior que um ano.

Características gerais sobre Vênus

Rotação: - 243 dias.
Translação: 224 dias.
Diâmetro: 12 102 quilômetros.
Temperatura máxima: 482ºC.
Pressão atmosférica: 92 milibars.
Lua: nenhuma.

Composição atmosférica

Hélio
Sódio
Oxigênio
Dióxido de carbono
Enxofre
Vapor de água

Por Eduardo de Freitas
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola

domingo, julho 05, 2009

O movimento de rotação é fundamental para a manutenção da vida na Terra.

O fim do movimento de rotação da Terra já foi tema de vários filmes e história de ficção científica. De fato, nem mesmo os cientistas sabem exatamente quais seriam as verdadeiras conseqüências disto para os seres vivos, no entanto, uma coisa é fato: seria uma catástrofe inimaginável. Para a maioria dos cientistas, o mais provável é que a vida na Terra seria extinta.

Para o professor Marcelo Knobel, do Instituto de Física da Unicamp, se a Terra parasse de girar, o planeta sofreria os efeitos da inércia, uma vez que sairia de uma velocidade de aproximadamente 900 km/h (em uma latitude de 45°) para zero. Desta forma, todas as construções sobre a superfície terrestre desabariam, além disso, fortíssimos terremotos sem igual assolariam a face da Terra.

Em médio e longo prazo, praticamente todos os ecossistemas seriam destruídos; provavelmente algumas espécies de regiões abissais poderiam sobreviver, já que têm a vida baseada na quimiossíntese. Essa destruição se daria pelo fato de que, nestas condições, o dia terreno passaria a durar um ano, metade dele com luz solar e a outra metade nas trevas, o que destruiria todos os seres vivos por calor ou frio extremo.

Por calor, pelo fato de que haveria uma evaporação intensa de água dos oceanos do lado dia, aumentando o efeito estufa, e, consequentemente, as temperaturas, que poderiam chegar a níveis exorbitantes. Por frio, pelo fato de que as correntes oceânicas do lado noite formariam camadas de gelo muito espessas, que não derreteriam nem se estivessem no lado dia, desencadeando uma eterna era glacial.

quarta-feira, julho 16, 2008

planeta Marte

planeta Marte

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