domingo, julho 18, 2010

Sport Club Rio Grande


Clube mais antigo do Brasil quer aproveitar memorial para atrair visitantes na Copa

Organizado desde 2000, acervo do Rio Grande possui 7,2 mil peças

Guilherme Mazui, de Rio Grande
guilherme.mazui@zerohora.com

Criado "aos 19 dias do mês de julho do ano de 1900", como registra sua ata de fundação, o Sport Club Rio Grande completa 110 anos na próxima segunda-feira. Atento à Copa de 2014. Reconhecido como clube mais antigo do país pela CBF, que transformou o 19 de julho em dia nacional do futebol, o Vovô quer ganhar visibilidade com o Mundial. Para atrair visitantes curiosos pelos primórdios do futebol pentacampeão, vislumbra melhorar a estrutura física do seu memorial.

Organizado desde 2000, o acervo conta com 7,2 mil peças, entre taças, medalhas, fotografias, flâmulas, recortes de jornais e atas. Palavras como scratch e ground saltam de documentos, como a carta de 23 de maio de 1909, que anuncia a criação de um novo team em Porto Alegre, o Sport Club Internacional.

No entanto, as relíquias merecem melhor acondicionamento. Duas salas escuras, úmidas e mal ventiladas, nos fundos da sede do clube, no Centro de Rio Grande, acomodam peças do quilate da taça de campeão gaúcho de 1936, principal título da agremiação.

A intenção é migrar o material para o edifício Germânia, onde alemães e ingleses fundaram o Vovô. Interditado, o local precisa ser restaurado. O projeto passa por avaliação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado (Iphae). Se aprovado, ainda faltará captar R$ 1,5 milhão para executar a obra.

– O sonho é ter as novas instalações em 2014. A Copa é logo ali. O Rio Grande é a história do futebol brasileiro – afirma a diretora do memorial, Helena Portella.

O Memorial Johannes Christian Moritz Minnemann
Patrimônio histórico e cultural do Estado, o Memorial do Rio Grande leva o nome do alemão que fundou o clube. O acervo preserva relíquias do futebol gaúcho e brasileiro.

Quadro e taça Intendência de Porto Alegre
Quadro com a equipe campeã da Taça Intendência de Porto Alegre, conquistada em 1909, após vitória por 3 a 1 diante do Grêmio, no ground do Moinhos de Vento. De prata, com detalhes em ouro, a taça tem 34 centímetros de altura, por 14 de largura.

Faixa de campeão gaúcho de 1936
Em cetim, faixa branca tem estampada a escritura “campeão estadual”. Comemora a conquista de 1936, sobre o Internacional.

Quadro campeão gaúcho de 1936
Quadro pintado, com a fotografia do scratch campeão estadual de 1936. A foto traz em pé Ernestino; Darinho, Paulinho, Pecce, Fruto, Juvêncio e Sabguinho. Agachados estão Cazuza, Carruíra, Munheco, Chinês, Toco, Marzel e Roberto.

Taça campeão gaúcho 1936
Peça mais importante do memorial, é de prata. Foi conquistada após duas vitórias sobre o Internacional – 3 a 2 e 2 a 0.

Bola do Fruto
Em couro, a bola foi utilizada no primeiro jogo da decisão de 1936 contra o Internacional. Em um choque, o defensor Fruto cortou a cabeça. Enfaixado, evitou com um testaço o empate colorado. Seu sangue ficou marcado na bola.

Ficha com uniformes
De 1914, a arte apresenta os três uniformes do Rio Grande, um verde, um amarelo e outro vermelho.

Carta colorada
O documento escrito à mão, assinado pelo primeiro presidente colorado, João Leopoldo Seferin, informa ao Rio Grande a criação do Sport Club Internacional. É de 23 de maio de 1909. A relíquia é desejada pela diretoria colorada, porém o Vovô não quer se desfazer da peça.

Cópia da ata de fundação
Com atas regulares a partir de 1904, o Rio Grande guarda uma cópia da sua ata de fundação, de 19 de julho de 1900.

Taça Serrada
Em 1940, Rio Grande e São Paulo chegaram à decisão da Taça Confraternização. Após sucessivos empates, inclusive na decisão por pênaltis, decidiu-se dividir a taça em duas partes. Cada clube ficou com a sua.

Ofício CBD
O ofício nº 7111, de 28 de julho de 1975, reconhece o Sport Club Rio Grande como o clube de futebol mais antigo do Brasil. O documento foi expedido pela Confederação Brasileira de Desportos (CBD).

Acervo
4.000 registros de jornais
1.700 documentos históricos
1.230 fotos
270 taças e troféus
51 fitas de vídeo
48 placas
4 bolas
15 medalhas
47 flâmulas
24 diplomas
Total: 7,2 mil peças
ZERO HORA

Sport Club Rio Grande

Clube mais antigo do Brasil quer aproveitar memorial para atrair visitantes na Copa

Organizado desde 2000, acervo do Rio Grande possui 7,2 mil peças

Guilherme Mazui, de Rio Grande
guilherme.mazui@zerohora.com

Criado "aos 19 dias do mês de julho do ano de 1900", como registra sua ata de fundação, o Sport Club Rio Grande completa 110 anos na próxima segunda-feira. Atento à Copa de 2014. Reconhecido como clube mais antigo do país pela CBF, que transformou o 19 de julho em dia nacional do futebol, o Vovô quer ganhar visibilidade com o Mundial. Para atrair visitantes curiosos pelos primórdios do futebol pentacampeão, vislumbra melhorar a estrutura física do seu memorial.

Organizado desde 2000, o acervo conta com 7,2 mil peças, entre taças, medalhas, fotografias, flâmulas, recortes de jornais e atas. Palavras como scratch e ground saltam de documentos, como a carta de 23 de maio de 1909, que anuncia a criação de um novo team em Porto Alegre, o Sport Club Internacional.

No entanto, as relíquias merecem melhor acondicionamento. Duas salas escuras, úmidas e mal ventiladas, nos fundos da sede do clube, no Centro de Rio Grande, acomodam peças do quilate da taça de campeão gaúcho de 1936, principal título da agremiação.

A intenção é migrar o material para o edifício Germânia, onde alemães e ingleses fundaram o Vovô. Interditado, o local precisa ser restaurado. O projeto passa por avaliação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado (Iphae). Se aprovado, ainda faltará captar R$ 1,5 milhão para executar a obra.

– O sonho é ter as novas instalações em 2014. A Copa é logo ali. O Rio Grande é a história do futebol brasileiro – afirma a diretora do memorial, Helena Portella.

O Memorial Johannes Christian Moritz Minnemann
Patrimônio histórico e cultural do Estado, o Memorial do Rio Grande leva o nome do alemão que fundou o clube. O acervo preserva relíquias do futebol gaúcho e brasileiro.

Quadro e taça Intendência de Porto Alegre
Quadro com a equipe campeã da Taça Intendência de Porto Alegre, conquistada em 1909, após vitória por 3 a 1 diante do Grêmio, no ground do Moinhos de Vento. De prata, com detalhes em ouro, a taça tem 34 centímetros de altura, por 14 de largura.

Faixa de campeão gaúcho de 1936
Em cetim, faixa branca tem estampada a escritura “campeão estadual”. Comemora a conquista de 1936, sobre o Internacional.

Quadro campeão gaúcho de 1936
Quadro pintado, com a fotografia do scratch campeão estadual de 1936. A foto traz em pé Ernestino; Darinho, Paulinho, Pecce, Fruto, Juvêncio e Sabguinho. Agachados estão Cazuza, Carruíra, Munheco, Chinês, Toco, Marzel e Roberto.

Taça campeão gaúcho 1936
Peça mais importante do memorial, é de prata. Foi conquistada após duas vitórias sobre o Internacional – 3 a 2 e 2 a 0.

Bola do Fruto
Em couro, a bola foi utilizada no primeiro jogo da decisão de 1936 contra o Internacional. Em um choque, o defensor Fruto cortou a cabeça. Enfaixado, evitou com um testaço o empate colorado. Seu sangue ficou marcado na bola.

Ficha com uniformes
De 1914, a arte apresenta os três uniformes do Rio Grande, um verde, um amarelo e outro vermelho.

Carta colorada
O documento escrito à mão, assinado pelo primeiro presidente colorado, João Leopoldo Seferin, informa ao Rio Grande a criação do Sport Club Internacional. É de 23 de maio de 1909. A relíquia é desejada pela diretoria colorada, porém o Vovô não quer se desfazer da peça.

Cópia da ata de fundação
Com atas regulares a partir de 1904, o Rio Grande guarda uma cópia da sua ata de fundação, de 19 de julho de 1900.

Taça Serrada
Em 1940, Rio Grande e São Paulo chegaram à decisão da Taça Confraternização. Após sucessivos empates, inclusive na decisão por pênaltis, decidiu-se dividir a taça em duas partes. Cada clube ficou com a sua.

Ofício CBD
O ofício nº 7111, de 28 de julho de 1975, reconhece o Sport Club Rio Grande como o clube de futebol mais antigo do Brasil. O documento foi expedido pela Confederação Brasileira de Desportos (CBD).

Acervo
4.000 registros de jornais
1.700 documentos históricos
1.230 fotos
270 taças e troféus
51 fitas de vídeo
48 placas
4 bolas
15 medalhas
47 flâmulas
24 diplomas
Total: 7,2 mil peças
ZERO HORA

quarta-feira, julho 14, 2010

Albino Vanera


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Porca Véia


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AtualizaWindows XP


AtualizaWindows XPr é alternativa para não perder o suporte

A Microsoft encerrou o suporte ao Service Pack 2 (SP2) do Windows XP. O software, líder no mercado de sistemas operacionais, desde ontem (terça-feira) não recebe mais atualizações ou correções de segurança. Com isso, a opção para os usuários passa a ser instalar o Service Pack 3, com suporte garantido até 2014.

A instalação do SP3 pode ser feita habilitando as “Atualizações Automáticas” do Windows. O suporte até 2014 também vale para o SP2 do XP de 64 bits, já que a versão não tem um Service Pack 3.

Conforme o G1, o Windows XP está em 3/4 dos computadores nas empresas. Para suprir essa demanda, a companhia estendeu para 2020 o direito a downgrade do software para aquisições do Windows 7. De acordo com o blog da Microsoft, 89% das empresas norte-americanas têm planos de migrar para o Windows 7 em até 24 meses.

segunda-feira, julho 12, 2010

Dodge Charger





Modelo Dodge Charger coleciona legião de fãs

Com o lançamento do filme “Roberto Carlos a 300 Km por hora”, a moçada da época ambicionava acelerar o Charger nas mesmas curvas

Texto: Marcos Camargo Jr.
Fotos: Do autor



(06-07-10) - Esqueçamos a rivalidade que existe entre os fãs dos muscle cars nacionais. Entre Maverick, Opala SS, Passat GTS, justiça seja feita em prol dos Dodge Charger R/T, lenda viva da indústria automotiva nacional. Afinal de contas, anos após ano, esse carrão não perde a pose e continua como um dos preferidos entre os esportivos grandes.

E essa preferência tem muita história. Desde o seu lançamento no Brasil, em 1971, ele passou para o topo entre os mais potentes do mercado. Derivado do Dart Cupê ele tinha a alma do verdadeiro esportivo com acabamento caprichado. Vinha equipado com os mesmos motores Dodge dos demais modelos, o V8 de 215 cv e elevado torque: 42,9 m.kgf. Por ser um carro maior e mais "solto" que seus concorrentes, exigia ainda mais do piloto nas curvas acentuadas. O câmbio no assoalho permitia uma tocada bem esportiva, sem contar o visual recheado de frisos, combinações de alumínio com madeira no acabamento e rodas cromadas. A taxa de compressão do modelo Charger R/T passava de 7;5:1 para 8;4:1, e fazia o carro alcançar quase 200 Km/h de velocidade máxima.

Com o lançamento do filme “Roberto Carlos a 300 Km por hora”, a moçada da época ambicionava acelerar o Charger nas mesmas curvas que o consagrado artista pilotou em Interlagos.

O Road and Track era visto sempre nas principais ruas e avenidas da cidade, quase sempre em alta velocidade ou desfilando com toda a pompa de um esportivo nacional com DNA gringo. Nos pontos mais badalados dos anos 1970, como a Rua Augusta e as ruas curvas do Pacaembu, era figura comum diante dos bares exibindo o frescor de sua juventude.

As recém inauguradas “freeways” de São Paulo também serviram para testar o Charger, que era figura comum nas recém inauguradas Marginais, a Avenida 23 de Maio e no então distante bairro da Zona Sul, que se integrava a região central com a Avenida Interlagos. Com tanto vigor e potência, os Dodges nunca eram alcançados pela polícia que usava o Fusca como viatura. Em tempos onde não havia radar e a fiscalização era precária, as madrugadas motivavam os rachas com carrões envenenados.

Nestas corridas inseguras e ilegais, disputavam os nacionais Maverick e todos os Dodges, não só o Charger, alguns Opalas, e modelos importados que na época eram encontrados com grande facilidade e a preços baixos como Pontiac GTO, Mercury Cougar, Chevrolet Camaro entre outros. Fuscas, Gordinis e outros pequenos envenenados também disputavam em suas categorias de base.

Esse tempo já parece muito distante, mas o desejo por um carro verdadeiramente esportivo nunca deixou de existir. Já os Dodge perderam valor, principalmente após serem descontinuados em 1980, por conta da crise do petróleo e da própria Chrysler do Brasil.

Os Dodges nos deixaram, mas ainda hoje, subsistem algumas unidades destes grandes carros fabricados no Brasil, e que revivem o sonho de todos os brasileiros em possuir um verdadeiro muscle car na garagem.

domingo, julho 11, 2010

ESPANHA.campeã do Mundo 2010





A Espanha trocou de clube. Não foi por meio do desempenho que todos esperavam, mas a vitória por 1 a 0 contra a Holanda na prorrogação, neste domingo, no Soccer City, valeu a conquista de sua primeira Copa do Mundo, que, entre outros benefícios, permite à seleção deixar para trás o rótulo de time "amarelão", que fracassa em momentos decisivos. Enfim responde pelo apelido de "Fúria" que carrega desde o início do século passado sem correr o risco de ser ironizada por atletas, jornalistas e torcedores rivais.

Celebrada pelo seu jogo altamente técnico, a Espanha venceu a final mais violenta da história. Foram distribuídos 13 cartões amarelos e um vermelho pelo árbitro inglês Howard Webb, criticado já no intervalo pela imprensa internacional pela sua complacência com o jogo duro, principalmente dos holandeses.

Agora, a seleção espanhola vai à próxima Copa, em 2014, disputada no Brasil, em situação ímpar. Chegará ao "país do futebol" com grandes chances de bicampeonato, já que a média de idade da atual base - 26 anos - permite mais um Mundial. Além disso, essa equipe confirma uma supremacia rara na história do futebol.

A Espanha é a segunda seleção, ao lado da Alemanha campeã mundial em 1974, a confirmar na Copa sua supremacia continental. Nenhum outro europeu fez o mesmo, enquanto Uruguai, Argentina e Brasil, os campeões sul-americanos da Copa, nunca venceram o Mundial seguinte às suas conquistas na América.

E seja qual fosse o resultado em Joanesburgo, a Copa da África já teria mudado a geopolítica dos campeões mundiais. Além do ineditismo do primeiro Mundial em solo africano, o torneio de 2010 premia também um campeão inédito. Agora, são oito as nações que ostentam o título de campeão mundial de futebol: Brasil, Itália, Alemanha, Argentina, Uruguai, Inglaterra, França e, por fim, Espanha.





A Espanha era também o único dos grandes centros do futebol que até hoje sequer havia ficado no pódio da Copa do Mundo. Sua melhor colocação havia sido o quarto lugar em 1950, no Brasil. Inglaterra, Itália, França, Portugal e Alemanha, países que junto dos espanhois possuem as principais ligas do mundo, já haviam conquistado títulos, vice-campeonato e ao menos um terceiro lugar em Copas. A Espanha, não. Aos holandeses, resta o gosto amargo de sua terceira final de Copa perdida.

Mas, se tratando de futebol, frustrante foi pouco para a decisão. No lugar de dribles dos holandeses ou rápidas trocas de passes dos espanhois, o que um insatisfeito Soccer City assistiu foi um jogo faltoso ao extremo. Após breve pressão espanhola nos minutos iniciais, principalmente com Sérgio Ramos, o jogo descambou para uma sucessão de cartões amarelo aplicados por Howard Webb.

Uma sucessão de faltas duras - Van Persie em Capdevilla, Puyol em Robben, Van Bommel em Iniesta e Sérgio Ramos em Kuyt - provocou uma avalanche de cartões amarelos para os jogadores faltosos, e protestos do banco de reservas, principalmente o espanhol, pedindo mais rigor do árbitro inglês. O lance do sexto cartão amarelo escancarou a violência da final. Num autêntico golpe de kung fu, De Jong colocou Xabi Alonso no chão por vários minutos. Webb puniu o holandês apenas com mais um cartão amarelo.

Os criativos da decisão não conseguiam brilhar. Após o sufoco que levou no início, a Holanda acertou seu posicionamento defensivo e neutralizou o trio Iniesta, Xavi e Pedro, que tinham a missão de municiar o artilheiro David Villa. Do lado holandês, o ponta Kuyt se preocupava mais em ajudar Van Bronckhorst a conter as subidas de Sérgio Ramos, enquanto a dupla Sneijder e Robben era neutralizada pela lado direito da defesa espanhola.





O início do segundo tempo seguiu, literalmente, na mesma pegada. Os holandeses tentavam algo com Robben e seguravam atrás como podiam. O resultado disso foi mais um cartão amarelo, desta vez para Van Bronckhorst. Minutos depois, foi a vez de Heitinga receber o cartão dele por entrada dura em David Villa. Até o fim do tempo normal, Heitinga e Capdevilla também seriam punidos por jogo violento.

Apesar do melhor jogo espanhol, a principal chance de gol foi perdida por Robben aos 18 minutos. Sneijder ganhou dividida e lançou o atacante. Pique não conseguiu cortar e sobrou para Casillas, mesmo deslocado, defender com o pé a conclusão do holandês. David Villa deu o troco em gol perdido aos 24 minutos, quando não aproveitou falha de Heitinga em cruzamento da direita e, mesmo sozinho, teve seu chute desviado por Stekelenburg.





O rigor na marcação não era mais o mesmo, e a Espanha voltou a pressionar pelo lado direito do seu ataque. Em escanteio ocasionado numa dessas jogadas, Sérgio Ramos subiu livre para o cabeceio, mas mandou sobre o travessão holandês.

Aos 38 minutos, a última grande chance. Novamente com Robben, que ganhou na velocidade de Puyol e invadiu a área. Casillas saiu nos pés do holandês e faz nova boa defesa. Robben reclamou falta no lance e, pela intensidade do protesto, ganhou cartão amarelo. O jogo terminou 0 a 0 e foi para a prorrogação, a segunda final seguida que terminou empatada no tempo regulamentar e a terceira desde 1994.

O jogo continuou tenso no pós-jogo, mas a Espanha tentava mais o gol do que a Holanda, que parecia satisfeita em levar a decisão para os pênaltis. No intervalo, Vicente Del Bosque sacou o artilheiro Villa e colocou Fernando Torres, decepção até aquele momento na Copa do Mundo.

No comecinho da segunda etapa Heiting fez falta em Iniesta, na entrada da área, e recebeu o cartão vermelho. Mesmo com um homem a mais, a Espanha esbarrava na marcação, até os dez minutos do segundo tempo, quando Iniesta recebeu ótimo passe de Fábregas dentro da área e chutou forte, cruzado. O gol do título histórico. O gol que coloca a Espanha no degrau mais alto do futebol mundial.

sábado, julho 10, 2010

Lasanha de Sanduíche




Lasanha de Sanduíche

2 linguiças defumadas
Meio quilo de carne moída
1 cebola
1 tomate
3 colheres (sopa) de massa de tomate
1 copo de caldo de carne
3 colheres (sopa) de farinha de trigo
1 litro de leite
1 xícara (cafezinho) de azeite de oliva
Fatias de pão de sanduíche
Fatias de queijo
Fatias de presunto



1 - Comece preparando um refogado de carne. Leve a linguiça bem picada para o fogo em uma frigideira. Junte a carne moída e deixe cozinhar. Entre com a cebola e o tomate picados. Mais uns minutos e é a vez da massa de tomate. Mexa bem e adicione o caldo. Por fim, com tudo bem misturado, acrescente uma colher de farinha de trigo. Misture bem e deixe o refogado se criar.
2 - Enquanto isso, prepare um molho branco. Bata no liquidificador o leite, o azeite e 2 colheres de farinha de trigo. Leve a mistura para uma panela ao fogo, mexendo sempre, espere engrossar.(junte o leite,azeite e a farinha antes de bater no liquidificador)
3 - Com os dois molhos prontos, monte a lasanha. Faça sanduíches com as fatias de pão, queijo e presunto.(aqui foram feitos 12,seis por camada) A quantidade vai depender do tamanho da fôrma ou refratário.
4 - No fundo de um refratário ou fôrma grande coloque um pouco do molho branco. Arrume sanduíches até cobrir bem o fundo do refratário, como se fosse a massa da lasanha. Por cima mais queijo em fatias e o refogado de carne. Espalhe bem. Acrescente mais um pouco do molho branco. Cubra tudo com outros sanduíches. Para finalizar fatias de queijo e o restante do molho branco.
5 - Leve ao forno até dourar bem, uns minutos. Sirva em seguida.

Assista ao vídeo no Anonimos Goumert no ClicRBS

sábado, junho 19, 2010

Um Brinde Pro Coração



Um brinde que pode ajudar
Estudo aponta que substância encontrada no champanhe pode fazer bem ao coração
Foto: Getty Images

Conduzido por pesquisadores da Universidade de Reading, nos Estados Unidos, um estudo revelou que tomar duas taças de champanhe por dia faz bem para o coração e para o cérebro. A explicação dos cientistas é que a bebida possui grande concentração de polifenóis, substância responsável por dilatar os vasos sanguíneos, o que alivia a pressão sanguínea e cerebral.

Diante da constatação, os pesquisadores avaliaram que a ingestão do champanhe poderia contribuir para diminuir o risco de o indivíduo ter problemas cardiovasculares. Eles se basearam em outros estudos realizados anteriormente que afirmam que o vinho ajuda a manter o bom funcionamento do coração, benefício garantido justamente pelos polifenóis. A partir daí, passaram a avaliar se o consumo de champanhe causaria o mesmo impacto positivo nas pessoas.

Segundo o estudo, o benefício independe do tipo de champanhe, se mais caro ou mais barato. Apesar das constatações, os pesquisadores alertam para a importância do consumo moderado do champanhe.

sexta-feira, junho 18, 2010

Pastelão de Liquidificador



Pastelão de Liquidificador

2 xícaras de leite (o leite deve estar morno)
2 ovos
2 xícaras de farinha de trigo
1 xícara de óleo
1 tablete de caldo de galinha (pode ser de carne, de legumes,...)
1 colher (chá) de açúcar
2 colheres (sopa) de fermento biológio seco
200g de presunto picado
200g de queijo picado ou ralado grosso
1 caixinha de creme de leite


Modo de preparar =


1 - Comece pela massa. Bata no liquidificador o leite morno, os ovos, a farinha de trigo, o óleo, o tablete de caldo e o açúcar.
2 - Retire a massa do liquificador, coloque-a em uma vasilha e misture o fermento. Reserve.
3 - Agora o recheio. Em outra vasilha, misture o presunto, o queijo e o creme de leite. Reserve.
4 - Vamos montar o pastelão. Unte um refratário médio ou fôrma e coloque metade da massa. Por cima arrume o recheio. Para finalizar espalhe o restante da massa, cobrindo tudo.
5 - Leve ao forno preaquecido, forno médio, por 40 minutos. A massa vai ficar assada, deliciosa. O queijo derrete e o recheio fica super saboroso. Espere uns minutos antes de servir. Pode ser saboreado quente ou frio

RESSUSCITAR


Sexta-Feira, 18 de Junho de 2010
Cientista americano desenvolve técnica vista em filmes de ficção científica como Jason X e Alien – O Oitavo Passageiro.

Todo mundo – mesmo que só através dos desenhos do Zé Colmeia – já ouviu falar de hibernação. Animais de lugares com inverno muito rigoroso se recolhem durante a fase mais fria do ano e passam meses em uma espécie de sono muito parecido com o estado de coma.

Agora imagine a possibilidade de forçar um humano – ou qualquer outro animal que não exibe esse comportamento normalmente – a passar pelo mesmo fenômeno? A ficção científica já explorou a possibilidade diversas vezes, sempre com uma motivação diferente.

Animação suspensa para viagens interestelares - Universal PicturesEnquanto em filmes como O Demolidor (“Demolition Man” – 1993) e Jason X (2002) a animação suspensa é utilizada com fins de impedir a convivência de criminosos com a população em geral, em filmes com viagens espaciais como cenário – Alien, o Oitavo Passageiro (Alien – 1979) e Avatar (2009) – a técnica serve para impedir o envelhecimento durante transportes interestelares.

Sem ar nem calor

O processo desenvolvido por Mark Roth no Fred Hutchinson Cancer Center – em Seattle, Estados Unidos – é fruto de observações e testes laboratoriais.

O pesquisador se inspirou em casos de sobreviventes de situações extremas: a garotinha canadense que apenas de fraldas engatinhou para fora de casa durante o inverno de 2001 e durante duas horas esteve em parada cardíaca, ou japonês que dormiu em uma montanha em 2006 e só foi ressuscitado da hipotermia resultante depois de 23 dias.

Embrião de verme nemátoda em animação suspensa - Mark Roth/FHCCNo laboratório, Roth experimentou primeiro com levedo de cerveja e vermes nemátodos. Em ambos os casos, o sucesso na ressuscitação – após o resfriamento – era maior quando, antes da queda de temperatura, o oxigênio era retirado do ambiente de testes.

Usando um gás encontrado em esgotos e resultante da decomposição de matéria orgânica – o sulfeto de hidrogênio –, a equipe do Hutchinson Center afirmou que uma das maneiras mais eficientes de evitar a morte por hipotermia é evitar que os processos normais do corpo, como a divisão celular, ocorram sob condições não ideais para esses eventos.

Como analogia, imagine que você tem um pãozinho e precisa dividi-lo em duas metades exatamente iguais. Com uma faca afiada, normalmente, isso é bem fácil, não é mesmo?

Agora pense em fazer o mesmo corte, com a faca igualmente afiada, porém a temperaturas baixíssimas, nas quais seu corpo inteiro treme – tanto a mão que maneja a faca quanto a que segura o pãozinho. A chance de algo sair errado – resultando em ferimentos – nesta segunda situação é muito grande.

Vidas em risco

Apesar das semelhanças com a ficção científica, a técnica de ressuscitação criogênica de Roth tem aplicações bastante reais. O objetivo maior é aumentar a chance de sobrevivência de envolvidos em acidentes graves e soldados com ferimentos letais.

Tiros, batidas de carro e uma infinidade de outros eventos trágicos podem causar lesões no corpo humano que – em casos extremos – podem drenar até 50% ou mais do sangue de uma pessoa. Nessa situação, o coração permanece funcionando por até dez minutos, e o cérebro começa a morrer em torno de dois minutos após o ferimento.

O tempo de transporte até um hospital é crucial na sobrevivência de casos graves - istockEsse tempo – muitas vezes – não é suficiente para a chegada do socorro médico, diminuindo drasticamente a chance de sobrevivência do indivíduo. Mesmo que os primeiros socorros sejam aplicados rapidamente, o transporte da pessoa até um hospital pode levar mais tempo do que o necessário para salvar uma vida.

Com a técnica de resfriamento anóxico – sem a presença de oxigênio – desenvolvida pelo americano, entretanto, espera-se que seja possível estabilizar a vítima até a chegada a um centro médico capaz de aplicar uma transfusão e impedir que mais sangue se perca, levando com ele a vida da pessoa.

Além de oferecer uma maior chance de sobrevivência para feridos, a técnica americana também pode permitir uma melhor conservação de órgãos para transplante, aumentando a margem de tempo entre a remoção e a cirurgia de instalação do órgão no paciente.

Em ambos os casos, para reverter o processo de animação suspensa basta fornecer – à pessoa ou ao órgão – oxigênio e calor. Vale lembrar que as temperaturas utilizadas por Roth em sua pesquisa não chegam ao ponto de congelamento, permitindo assim que sejam utilizadas mesmo em ambulâncias e outros veículos de transporte médico ou militar.

Morte e vida

Segundo o próprio Mark Roth, sua pesquisa – além de auxiliar na prevenção do falecimento acidental – também ajuda a desvendar um dos grandes mistérios da humanidade: a diferença entre a vida e a morte, também retratada no cinema em filmes como 21 Gramas (“21 grams” – 2003). Nas palavras do pesquisador, “a relação entre morte e vida tem realmente a ver com a ordem correta dessas relações celulares”.

Mark Roth em seu laboratório no Fred Hutchinson Cancer Center - FHCC

Só se espera que este tipo de desenvolvimento médico, quando realmente aplicado no mundo real, não resulte no surgimento de uma ameaça zumbi como acontece em Resident Evil (2002).

quarta-feira, junho 09, 2010

Calado, Lúcio tenta ser o Dunga do hexa


O ano era 1991. Em Sobradinho, no Distrito Federal, Lucimar, então com 13 anos, se dirige ao pódio para receber um troféu. Calado, o garoto cumprimenta o organizador do torneio, sorri com o troféu de quarto colocado na mão e volta para o canto do ginásio, onde estão os colegas de time, sem falar com ninguém. “Ele estava uma fera. Primeiro porque antes da semifinal, uns garotos faltaram ao treino. E, depois, na decisão do terceiro lugar, ele fez um gol contra de cabeça”, conta rindo José Joaquim da Rosa, primeiro técnico do atual capitão da seleção brasileira.

Hoje dirigente do Planaltina FC, equipe em que Lúcio, na época ainda Lucimar, começou a carreira com 9 anos, Rosa era o técnico do time juvenil. Sentado em um banco no atual centro de treinamento do clube, ele se lembra do garoto desengonçado que desde pequeno queria ser zagueiro.

“Ele era calado, na dele. Não gostava de brincadeira”, afirmou o ex-técnico. O temperamento arredio fez com que, anos depois, Maria Olindina da Silva, mãe do jogador, recebesse de Luiz Felipe Scolari o que ela jura ter sido a primeira e única reclamação sobre o temperamento do filho. “Ele me encontrou em um jogo das eliminatórias de 2002, em São Luis do Maranhão, e disse que era para eu mandar o meu filho falar mais, que zagueiro precisa se comunicar”, disse.

Mesmo sem muita conversa já na época de Planaltina Lúcio era escalado para ser o capitão do time. “Ele gostava de treinar. Ficava bravo e cobrava quando os outros jogadores chegavam atrasados ou faltavam”, lembra Rosa.

Então auxiliar técnico do time, o policial militar Albion Antonio Soares também destaca o esforço do capitão do Brasil para dar certo no futebol. “Craque ele não era não, teve sorte, mas lutou muito também”, opina. O treinador da época concorda: “Tinha um moleque que era muito melhor que ele, mas acabou se perdendo na malandragem, drogas e nunca ficou em time nenhum”.

7 a 0 e troca de nome
Com 18 anos, o capitão da seleção brasileira, ainda no Planaltina, tentou jogar em uma equipe de maior destaque. Reprovado no América-MG e no Vila Nova-GO, conseguiu acertar um contrato temporário com o União São João de Araras para disputar a Copa São Paulo de Júnior. Foi bem, mas não ficou, pois o clube achou caro pagar R$ 150 mil, valor fixado pelo passe do zagueiro.

De volta ao Distrito Federal, ele acabou sendo vendido para o Gama. Não jogou nenhuma partida no clube e foi emprestado para o Guará, que em 1997 disputaria a Copa do Brasil. “Ele foi para o jogo na antevéspera. O zagueiro do time se machucou e vieram buscar ele aqui”, lembra o ex-técnico do Planaltina.

No Guará, atuou em uma única partida. A derrota de 7 a 0 para o Internacional. Após o jogo, o time foi desfeito. “Fizemos contrato de três meses com os atletas. Pagamos o primeiro, teve o jogo e fomos eliminados sem nem mesmo ter que disputar a partida de volta. Juntei todo o grupo e disse: como vou pagar vocês? E não pagamos mesmo”, revela Márcio Silva, que na época era vice-presidente do clube e hoje é tesoureiro do PMDB do Distrito Federal.

Lúcio foi o único que saiu imune à derrota. Mesmo com a goleada, o time gaúcho acertou a sua compra minutos depois do apito final do árbitro. “Me chamou atenção que ele ganhava as bolas aéreas do nosso centroavante e na velocidade do nosso outro atacante. Achei aquilo espetacular”, afirma dirigente do Inter, Fernando Carvalho.

No sul, ele levou pouco tempo para chegar ao time principal e ganhar uma vaga entre os titulares. Antes, porém, precisou ser “rebatizado”. “Zagueiro chamado Lucimar não fica bem”, conta Fernando Carvalho. O nome escolhido por dona Maria foi trocado para Lúcio. “Eu fiquei triste, porque fui eu que coloquei. Mas, não importa, continuo chamando ele de Lucimar”, revela a mãe.

Líder da era Dunga
Antes de deixar o Inter para brilhar no futebol europeu, Lúcio jogou com quem ele diz ser o seu exemplo. “Não é porque ele é o treinador, mas sempre recordo da imagem de 1994, quando ele levantou a taça. A partir daquele dia, passei a sonhar em estar na seleção”, revelou o zagueiro.

A parceria no clube gaúcho durou pouco tempo. Apenas uma temporada, até Dunga abandonar o futebol. Desde 2006, entretanto, os dois voltaram a se encontrar, dessa vez não mais como colegas, mas como comandante e comandado.

Durante a era Dunga, Lúcio só não esteve entre os convocados da seleção em sete partidas, quando se recuperava de uma cirurgia para a retirada de uma hérnia. Na maioria dos jogos foi capitão. Em campo, o cidadão calado vira um jogador que fala. Grita, na maioria das vezes.

Com estilo diferente de todos os antecessores, o brasiliense de 32 anos tenta entrar para a turma de Bellini, Mauro, Carlos Alberto Torres, Dunga e Cafu e levantar mais uma taça de campeão mundial para o Brasil.

terça-feira, junho 08, 2010

Torta Fria do Anonymus


Torta Fria do Anonymus

meio quilo de maionese
1 xícara (cafezinho) de azeite de oliva
1 colher (chá) de mostarda
2 latas de atum ralado (de preferência atum light, em água)
1 pão para torta fria
1 xícara de tomate picado sem o miolo
1 xícara de pepino em conserva picado
1 xícara de cenoura cozida e picada
3 colheres (sopa) de azeitonas picadas
3 colheres (sopa) de ovo cozido e picado
1 ovo cozido cortado em rodelas para enfeitar
1 xícara de cenoura, pepino, azeitona e tomate picados para enfeitar



1 - Comece turbinado a maionese. Misture o meio quilo de maionese com o azeite de oliva. Acrescente a mostarda e misture novamente. Junte o atum ralado e mexa bem até formar uma mistura homogênea.
2 - Agora comece a montar a torta fria do Anonymus. Coloque duas colheres (sopa) da maionese turbinada em cima de uma fatia de pão para torta fria. Espalhe. Cubra com o tomate bem picado, sem o miolo para não molhar demais o pão.
3 - Espalhe uma colher (sopa) da maionese turbinada em outra fatia e cubra a camada de tomate.
4 - Espalhe duas colheres da maionese turbinada no pão e entre com os pepinos bem picados. Mais uma colher de maionese em outra fatia de pão. Cubra tudo.
5 - Espalhe novamente duas colheres da maionese turbinada no pão e arrume por cima as cenouras picadas. Mais uma colher de maionese em outra fatia de pão.
6 - Espalhe duas colheres da maionese e finalize a última camada misturando o ovo cozido picado com a azeitona picada. Mais uma colher de maionese e feche a torta fria.
7 - Agora espalhe o restante da maionese turbinada nas laterais e na parte superior da torta para cobrir e ficar lisa e bonita a torta fria. Enfeite, em cima, com o ovo cozido cortado em rodelas e com a xícara de cenoura, pepino, azeitona e tomate picados. Sirva em seguida.

segunda-feira, junho 07, 2010

Tecnologia+Celular+Bola Futebol+CopaMundo=David Coimbra



Toda essa tecnologia. E certas coisas ainda acontecem. Quer ver? Celular. Ainda outro dia eu e meu amigo Degô estávamos diante de copos de chope dourados como a Aline Moraes e fui acomodar o celular no bolso da minha elegante camisa verde-sargento e o Degô:

– Cuidado! O celular assim perto do peito pode alterar o ritmo do coração! Pode dar enfarte!

Assustei-me. Bem que andava sentindo umas palpitações estranhas. Resolvi colocar no bolso das calças, mas lembrei que alguns juram que as ondas do celular fritam o cérebro. Não que meu cérebro se situe nas proximidades do bolso da calça, mas pense: se as ondas do celular fritam o cérebro, podem fritar outras partes importantes e sensíveis do corpo humano. Tirei o celular daquelas cercanias e o deixei deitado na mesa, longe de mim.

Quando dirijo também mantenho o celular à distância e no silencioso. Porque, se toca e o atendo, posso bater o carro. Ou levar uma multa de um dos atentos azuizinhos acampanados atrás das árvores.

Se vou entrar em um posto de gasolina, faço questão de desligar o celular. Vi, acho que no You Tube, o filme de um cara que foi atender ao celular em frente a uma bomba de combustível e o celular gerou uma faísca que fez explodir toda a gasolina armazenada no posto, o cara, o frentista e a quadra inteira. Jesus Cristo!

Mas o celular me deixa nervoso mesmo, mesmo é em aviões. Há 200 pessoas lá dentro, todas com seus celulares. O piloto avisa com insistência que não podemos ligá-los. Mas e se algum desses fominhas por celular, tipo o Potter, o Professor Juninho ou a Mariana Bertolucci, e se um deles estiver no voo e resolver ligar aquele troço? Sabe como eles são… Eles não resistem a um celular.

Aí as malditas ondas do celular vão embaralhar o computador de bordo e o avião vai cair. Comigo dentro! Que mantive o meu celular prudentemente desligado!

O Professor Juninho e a Mariana não estarão no voo para a África, agora segunda-feira, mas o Potter estará. Espero que tirem o celular do Potter no aeroporto.

Como é que eles deixam a gente andar com celular por aí? Celular é um troço perigosíssimo. É menos arriscado portar uma granada do que um celular. Isso é a tecnologia. Você pensa que vai facilitar, não facilita; dificulta. Assim a tal bola da Copa. A Jabulani. Toda tecnológica e, segundo os jogadores, sai
de revesgueio quando chutada.

Que saudade das velhas bolas de couro número 5. Que saudade do telefone de disco, que não fazia mal a ninguém.

sexta-feira, junho 04, 2010

Surpresa de batatas-AG


3 batatas grandes
5 xícaras de leite
1 xícara (cafezinho) de azeite
2 colheres (sopa) de farinha de trigo
200g de queijo
4 fatias de bacon
50g de queijo ralado




Modo de Prepero>





1. Cozinhe as batatas, previamente descascadas, em água e sal. Com as batatas levemente cozidas, corte-as em rodelas finas. Reserve.
2. Para fazer o molho branco, bata no liquidificador o leite, o azeite, a farinha e as 200g de queijo. Coloque a mistura em uma panela e leve ao fogo. Mexendo sempre, deixe o molho engrossar.
3. Pique o bacon e reserve.
4. Hora de montar o prato. Em um refratário, coloque uma camada de molho, uma de batatas, mais molho e bacon. Vá montando até preencher o refratário. A última camada deve ser a de molho. Por cima de tudo, polvilhe o queijo ralado.
5. Leve ao forno durante 30 minutos. Está pronto!
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