segunda-feira, outubro 18, 2010

Sete curiosidades sobre o iogurte




Aliado da flora intestinal, o derivado do leite também é um poderoso antídoto contra doenças cardíacas, artrite e câncer
Ele aparece nas propagandas desafiando a todo e qualquer intestino preguiçoso. O poder laxativo do iogurte é conhecido, bastante testado e sempre evocado para estimular a venda do produto.

Embora o ponto forte desse derivado do leite seja estimular a flora intestinal, os benefícios e qualidades nutricionais do alimento não estão restritos a essa função. Conheça sete curiosidades sobre o iogurte a aprenda a usá-lo a favor do organismo.

O primeiro alimento

Quase uma unanimidade nas geladeiras modernas, o iogurte é um derivado do leite e herança dos antepassados. Segundo escreve David Grotto, no livro “101 alimentos que podem salvar sua vida” (Editora Larousse), o produto é possivelmente um dos mais antigos da história da humanidade.

No livro, o autor relata que a primeira fabricação pode ter sido na acidental, quando estava sendo guardado em urnas e sacos feitos com pele de cabra. Mais tarde, as civilizações reconheceram os benefícios do iogurte e falaram sobre os atributos de “purificação” e sua contribuição para a longevidade.

Foi só no século 20 que as culturas usadas na produção do iogurte foram isoladas por Elie Metchinikoff, do Instituto Pasteur, que recebeu o Premio Nobel pela descoberta.

Bactérias do bem

De acordo com o Food and Drug Administration (FDA), órgão americano que controla medicamentos e alimentos, para que um derivado do leite seja denominado de iogurte, deve ser fermentado por bactérias específicas, cientificamente chamadas Streptococuccus thermophilus e Lactobacillus bulgaricus, que produzem um produto mais grosso e encorpado, e são os principais agentes no bom funcionamento do intestino.

Camila Leonel, nutricionista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), explica que o intestino humano é formado por bactérias boas e ruins. O iogurte contém uma cota de bactérias boas superior aos demais derivados do leite. É esse coeficiente elevado que estimula o funcionamento ideal do intestino.

Hálito fresco

Um estudo japonês descobriu que voluntários que consumiam 150 gramas diárias de iogurte sem açúcar e que continham as bactérias Streptococuccus thermophilus (as tais bactérias do bem) tiveram uma redução nas concentrações de uma bactéria que induz ao mau hálito, relata Grotto no livro.

Fonte de cálcio

A nutricionista da Unifesp também revela que assim como o leite, o iogurte é rico em cálcio, micronutrientes e proteínas, sendo um poderoso aliado no combate à osteoporose e à hipertensão.

“Hoje temos trabalhos na medicina que mostram o valor do cálcio no controle da hipertensão. Dentro do contexto de uma alimentação saudável, balanceada, esse componente, presente no iogurte, pode ser um ponto de apoio no controle da pressão.”

Tolerância zero

Camila também revela que o iogurte pode ser uma alternativa às pessoas que têm intolerância ao leite. Embora seja um derivado do leite, o produto contém um nível bastante reduzido de lactose, açúcar que não é digerido pelo organismo dos intolerantes à lactose, e o responsável por provocar diarréias e outras complicações.

Aliado da dieta

Para controlar a fome e favorecer a manutenção da dieta, o iogurte é uma ótima opção de lanche da tarde, no intervalo entre as refeições, defende nutricionista. Ela afirma ainda que o frozen iogurte, sorvete feito tendo como base o alimento, é uma boa alternativa para quem deseja um refresco somado à pitada doce no cardápio do dia. A dica, porém, exige cautela.

“É preciso cuidado com os complementos oferecidos nas sorveterias. De nada adianta investir no sorvete a base de iogurte se a escolha dos acompanhamentos for incorreta. Prefira frutas aos ingredientes mais calóricos.”

Prevenção no copinho

No livro “101 alimentos que podem salvar sua vida”, David Grotto não poupa elogios ao iogurte. O autor apresenta possíveis propriedades medicinais do alimento, com base em estudos feitos em laboratórios e testes de amostragem em humano, confira.

Artrite: ratos com artrite, alimentados com iogurte que continha a bactéria Lactobacillus bulgaricus, tinham apenas uma inflamação suave.

Doenças cardíacas: um estudo feito com 33 voluntárias que consumiram iogurte convencional durante quatro semanas mostrou que o produto provocou aumento das taxas de HDL, o colesterol bom.

Câncer de cólon: outro estudo com camundongos, nos quais foi induzido um carcinoma colorretal (células cancerígenas no intestino grosso), descobriu que, quando o iogurte era agregado à dieta, havia um aumento na atividade anticancerígena.

E viva os DANONES,BATAVOS etc....

domingo, outubro 17, 2010

REI PELE




Ex-jogadores ligados à Dupla revelam histórias marcantes sobre Pelé

Rei do futebol completa 70 anos no próximo sábado



A uma semana dos 70 anos do maior ídolo de todos os tempos do futebol, alguns dos ex-jogadores ligados à dupla Gre-Nal que conviveram com o Rei no lendário time do Santos e na Seleção Brasileira revelam as histórias mais bizarras dentro e fora de campo.

O juiz expulsa e a torcida manda voltar


No final da gravação do documentário sobre Pelé, os entrevistados foram convidados a conceder depoimento derradeiro sobre o personagem principal. O ex-zagueiro Oberdan (foto) resumiu o sentimento numa frase curta:

– Para mim, Pelé é eterno.

Gravou isso e foi para casa. Durante a exibição de pré-estreia, um dos produtores o procurou a um canto no cinema e agradeceu:

– Obrigado pela ideia do nome do filme.

Assim nasceu o título Pelé Eterno. Oberdan acertou em cheio na definição do seu antigo companheiro porque passara seus primeiros 10 anos de vida profissional em convivência com o Santos de Pelé. Tornara-se o quarto jogador que mais atuara como zagueiro na história do clube – ou seja, dividia tanto a rotina de conquistas do time mais badalado do mundo quanto suas horas mais bizarras.

Por exemplo. Oberdan era um dos 22 mortais em campo quando o Santos enfrentou a seleção olímpica da Colômbia, em Bogotá. O presidente da República, o ministério, o clero, o judiciário em peso tomaram as tribunas. Excedentes de autoridades alojaram-se em cadeiras improvisadas à beira do gramado e formaram um cerco ao gramado. Todos queriam ver Pelé. Seria uma noite memorável não fosse a desmesura do árbitro Guillermo “Chato” Velázquez. O juiz anulou um gol em lance legítimo do atacante Lima, que foi protestar. O problema é que Chato, um irritadiço lutador de boxe, não aceitou a queixa do brasileiro e o esmurrou de leve, e o bolo de jogadores se formou.

Do nada, Chato virou-se para um dos tantos negros com a camiseta branca do Santos e expulsou um. Não se deu conta de que o punido tinha o 10 às costas. Ao ver Pelé sair de campo, a turma comportada e bem asseada da borda do campo perdeu a compostura. Atirou cadeiras e almofadas. A polícia aos magotes tentou cercar o árbitro e controlar o alambrado que a torcida ameaçava colocar abaixo, aos gritos:

– Pelé, Pelé, Pelé...

Quem o juiz queria expulsar era o volante Mengálvio, outro gaúcho revelado no Aimoré, de São Leopoldo, antes de ir para o Santos:

– O Pelé era assim: nos fazia passar pelas situações mais curiosas.

Uma ordem desceu das tribunas, seguiu pelo túnel e chegou ao ouvido de Chato.

– Que saia Velázquez e volte Pelé.

Colocaram um auxiliar a apitar. No vestiário, de banho tomado, Pelé estranhou quando Oberdan entrou esbaforido, correndo:

– Eles estão chamando. Você tem de voltar!

Pelé retornou ao jogo, e Chato foi embora. Mas deu o troco. Fez queixa dos brasileiros e Oberdan e Pepe passaram a madrugada explicando supostas agressões ao juiz. O juiz expulsa e a torcida manda o Rei voltar.


Pelé jogou e a guerra parou

Gilmar, Pelé, Edu, Coutinho, Zito, Oberdan, ninguém acreditou no que viu assim que deixou o aeroporto de Brazzaville, no antigo Congo Belga. Havia mais tanques do que carros nas ruas. Só o empresário da excursão à África se mostrava confiante. Até Pelé, sempre cordato, irritou-se com os jogos em meio a uma guerra.

Assim o Santos jogou quatro amistosos no Congo quando surgiu o convite para uma quinta apresentação. O problema era viajar a uma zona ainda mais conflagrada. O agente apressou-se a justificar o amistoso seguinte:

– Fiquem calmos, eles param a guerra: vão querer ver Pelé.

Todos se surpreenderam com a reação de Pelé, que chamou o empresário de louco. E Oberdan pensou: o negrão está nervoso e ainda assim marcou cinco gols em quatro jogos. E a delegação partiu para Lagos, na Nigéria. A leste do país, corria a guerra civil de Biafra, havia temor de atentados. O governo nigeriano garantiu a proteção da polícia ao Santos e mandou o exército cercar a cidade.

Cartazes brancos espalhados pela capital ao mesmo tempo sugeriam trégua e convidavam para a grande exibição de Pelé. Nem um tiro foi disparado, nem um incidente de rua registrado. Pelé fez dois gols no empate em 2 a 2, e Oberdan entrou no lugar de Rildo no segundo tempo e voltou a pensar: o negrão queria acabar logo com isso, por isso marcou dois gols.

Assim que o Santos levantou voo, a guerra foi retomada. Oberdan jogou oito anos com Pelé. Depois, esteve no Grêmio em 77 e 78. Pelé jogou e a guerra parou.


O mar e o gás de Trinidad

Era para ser apenas uma viagem rapidinha ao Caribe. O destino, a paradisíaca Trinidad e Tobago, o mar verde de ondas calmas e coqueirais de coquinhos amarelos. Uma pausa à rotina de jogos do Campeonato Brasileiro, apesar do bate e volta no meio da semana. De novo a delegação perdeu o encanto ao deixar o aeroporto. O exército estava nas ruas em combate numa guerra civil que só então souberam já havia derrubado centenas de pessoas.

– Não acredito que nos trouxeram para um lugar desses – exclamou o zagueiro Vicente.

A tensão diante de tantos milicianos armados perdurou até a hora do jogo. Enquanto o time se fardava, alguém jogou uma bomba de gás lacrimogêneo no vestiário. Bateu o pavor e alguns militares cercaram a delegação para protegê-los de novos atentados. Pelé, Vicente, Pepe, Edu, Oberdan foram a campo com uma toalha molhada ao rosto.

Pelé marcou o único gol da vitória sobre a seleção do país – o que reforça a tese de Oberdan sobre o interesse dele em liquidar o jogo e voltar a salvo para casa o mais rápido possível. Mas desta vez não foi tão fácil. Feito o gol aos 43 minutos do primeiro tempo, a torcida invadiu o gramado. Colocaram Pelé sobre os ombros, e o jogo se encerrou. Bastava-lhes ver um gol de Pelé. O resto seria festa. E o sequestraram para fora do estádio em um cortejo alegre em direção ao centro da cidade comemorando a glória de presenciar um gol do brasileiro mágico – tudo acompanhado de perto pelo exército.

Carregado sem ação nos ombros da horda, Pelé gesticulava e agradecia, mas seu rosto era de puro medo. Só foi resgatado minutos depois. A delegação antecipou o voo de volta. Aquele dia de folga no mar do Caribe ficou para uma outra excursão.


O capitão Vicente chora de saudade

Aproximava-se o dia 2 de outubro de 1974, a quarta-feira da despedida de Pelé no Santos. O país inteiro comentava a respeito, campanhas clamavam pelo “fica” e uma grande excitação descia sobre a cidade de Santos, à espera da exibição derradeira, na Vila Belmiro, contra a Ponte Preta.

Entre os jogadores, porém, poucos comentavam o assunto. Uma tensão os inibiu e se arrastou assim até a hora do jogo no vestiário. A preleção do técnico Elba de Pádua Lima, o Tim, foi sem delonga, lembrou da solenidade de despedida, agradeceu pela existência de Pelé entre eles e colocou a palavra ao grupo. Ninguém falou.

O zagueiro Vicente, capitão do time, em respeito ao clima do ambiente, também recolheu-se ao silêncio. Pelé estava concentrado. Um pigarro aqui e ali cortava a dureza do momento e os jogadores subiram os primeiros três degraus do corredor de acesso e depois mais cinco lances e já não se ouvia o barulho das travas das chuteiras porque o som externo do estádio se infiltrava.

Vicente foi o primeiro a aparecer. Tinha um cabelão de roqueiro inglês e um bigode da espessura de um dedo. Bem atrás Pelé foi parado pelas rádios e quase não conseguiu avançar ao campo. Havia 250 jornalistas no estádio, mais cinegrafistas, fotógrafos e grande parte disso dentro do gramado.

Jogo iniciado, Pelé revelou-se cansado. Vinha de lesão e, ainda assim, acertou uma cabeçada que o goleiro Carlos, aos 18 anos, defendeu com dificuldade. Minutos depois, passaram-lhe a bola no centro do círculo do gramado e ele a pegou com a mão.

Ninguém entendeu aquilo. Vicente perguntou a alguém:

– O que ele vai fazer?

Não havia combinação de quando iria parar o jogo. Não falavam sobre isso. E Pelé ajoelhou-se sobre a marca do centro do gramado, ergueu os braços e exclamou:

– Obrigado, Deus.

Ainda de joelho, fez uma volta sobre si contemplando todo o estádio onde jogou desde o início. O árbitro Emídio Marques Mesquita entrou no clima. Vicente e os colegas tentaram abraçá-lo, mas o gramado foi tomado pela imprensa e curiosos e Pelé fez a volta olímpica acenando a própria camiseta com listras em preto e branco.

Gilson substituiu Pelé, que seguiu em carro dos Bombeiros pela cidade em cortejo de milhares de fãs aos gritos de Pelé, Pelé, Pelé – quase igual ao episódio de Trinidad e Tobago, com mais segurança, é claro. Em 18 anos de Santos, marcou 1.088 gols em 1.114 partidas, média de 0,97, praticamente um gol por jogo. Conquistou 10 Paulistas, quatro torneios Rio/São Paulo, cinco Taças Brasil, um Robertão, uma Recopa Mundial, duas Libertadores e dois Mundiais Interclubes.

Coube a um gaúcho de Bagé ser o capitão do Santos neste momento derradeiro. O zagueiro Vicente imperava no Estádio da Estrela D’Alva, do Guarany, até ser recomendado à Vila por Calvet, considerado um dos melhores zagueiros de todos os tempos da história do Santos e do Grêmio.

Vicente hoje mora na zona sul de Porto Alegre. Mantém numa caixa de papelão fotos de quando chegou à Vila em 1971 e saiu em 1976. A maioria é dele com Pelé.

– Vocês sentiram um vazio no vestiário no jogo seguinte ao da despedida?

– Ficou, sim – disse, a voz embargada pelo choro, o cabelo grisalho pelos 65 anos.


O Rei que comia com as mãos

O centroavante Alcindo esteve com Pelé na Copa de 66. Mais tarde, depois do Grêmio, entre 1971 e 1973, reecontraram-se na Vila. Frequentaram a barbearia do Didi, na frente do estádio. Alcindo viu Pelé imortalizar o corte de cabelo estilo “bibico”, como um gorro de soldado.

Em dias de folga, Pelé buscava Alcindo em casa e o levava para pescar em seu sítio em São Vicente. Ia pegá-lo de Mercedes, às vezes com motorista. Sempre havia um Mercedes na vida de Pelé. O dono da revendedora de São Paulo prometeu provê-lo com um carro por anos a fio.

Mas no sítio pescavam carpas num açude e, durante as refeições, aconteciam as cenas mais curiosas.

Pelé servia-se de montinhos de arroz, feijão, peixe, salada e comia um por um com as mãos.

– Desculpe, gaúcho, estamos à vontade, não é? – justificava-se.

A história do sítio é mais uma prova da sorte de Pelé. A área pertencia ao massagista Macedinho, do Santos. Mal de dinheiro, o funcionário tentou vender a terra e não encontrou comprador. Sensibilizado com o problema do amigo, Pelé foi conferir o local e gostou particularmente de uma cascata que dava num açude.

– Este sítio é meu – disse ele a Alcindo, que estava junto.

Pagou à vista e, tempos depois, estranhou a pureza da água da cascata e mandou analisar.

Era fonte de água mineral.

Macedinho não sabia disso e perdeu dinheiro ao vender o sítio.

Pelé mandou engarrafar a água e ficou mais rico.


Dormindo, Pelé fazia polichinelos

O goleiro Manga não esquece as vezes em que saiu atrás de seu sapato e não o encontrou. Se alguém o havia escondido, só podia ser uma pessoa, o mais astuto brincalhão do grupo. Foi assim na Copa da Inglaterra.

– Ele (Pelé) mantinha todos em alerta, colocava apelidos e jogava o astral para cima – depõe Manga.

Senão pelas brincadeiras, pelas manias. Oberdan reconstitui uma cena:

– Vi Pelé no vestiário colocando o fardamento. Esticava-se num banco de madeira, pegava uma toalha branca e fazia de travesseiro. Fechava os olhos, concentrava-se e adormecia.

Oberdan pedia silêncio, e nem precisava. Todos respeitavam. O homem se preparava para ser Pelé.

Vinha a preleção e o melhor jogador do mundo ouvia o técnico com atenção. Só opinava quando solicitado. O estado era de relaxamento total. Mas nem sempre era assim. Mengálvio levou um susto dormindo no quarto com Pelé. No meio da madrugada, foi acordado com gritos do companheiro, que chutava a coberta sobre a cama:

– Solta a bola, solta a bola...

Ex-ponteiro-direito do antigo Força e Luz, Dorval também foi surpreendido pelo sonambulismo do craque: certa noite acordou assustado com Pelé se debatendo. Fazia polichinelos na cama.

Nas viagens aéreas, porém, nada o abalava. Dorval conviveu com o período de explosão do Rei, de 1957 até meados dos anos 60. Numa viagem à Europa, a turbulência revirava o avião e os jogadores do Santos começaram a rezar. Num canto, Pelé dormia. Nada o abalava.

– Se o negrão está dormindo, não vai acontecer nada – dizia Dorval.

Era isso que o zagueirão Airton Ferreira da Silva temia quando recebeu o convite para jogar no Santos em 1960. Odiava aviões e, por isso, aceitou o empréstimo apenas por três meses. Disputaria apenas o torneio Rio-São Paulo.

Incomodava-se com o fato de que todas as atenções do mundo voltavam-se para só uma pessoa. Os demais se liberavam. Para quem havia sido astro do Grêmio, Airton sentia-se diminuído.

Melindrou-se mais numa partida. Airton foi à área adversária cabecear, e Pelé o conteve:

– Gaúcho, deixa que aqui a gente resolve. Cuida da zaga, sim.

sexta-feira, outubro 15, 2010

RENATA FAN-ai,ai.ai;ai.ai.ai.....te adoro..te....te...




Se deixar, Renata Fan se entrevista sozinha. "Faladeira" assumida, ela é uma personalidade peculiar na TV brasileira. Aos 32 anos de idade e no comando de um programa diário sobre futebol, o "Jogo Aberto", na Band, Renata derrubou, sem pegar em armas, uma série de preceitos. Principalmente o de que mulher, e ainda por cima bonita, não poderia assumir uma posição de destaque em um mundo masculino como o do nosso esporte nacional. O salário mensal de R$ 100 mil e a audiência crescente são provas concretas do contrário.

O trunfo de Renata não é apenas ter chegado lá, mas sim conseguir isso explorando o que seria o impedimento mais óbvio: a estonteante beleza física. “Sou uma pessoa que já se destacou muito pela estética”, conta a Miss Brasil 1999, título do qual a loira de olhos verdes e 1,79m de altura, ao contrário do que se poderia pensar, muito se orgulha. “Foi durante minha carreira como miss que percebi que as pessoas prestavam atenção ao que eu dizia, por isso quis fazer Jornalismo”.

APOSENTADORIA EM 2016



Mas a vaidade fala alto também. Ela já estabeleceu um prazo para sua aposentadoria: 2016. “Não tenho pretensão de me tornar uma Ana Maria Braga, toda cheia de botox, repuxada, de quem as pessoas riem por tentar parecer tão jovem... Daqui a alguns anos, a TV terá que ter uma mulher melhor que a Renata Fan”.

A carreira de jornalista só aconteceu depois de Renata se formar em outra faculdade, a de Direito. Assim como seu irmão e braço-direito, Rafael, 30, a gaúcha de Santo Ângelo fez o curso para ter a mesma profissão do pai, o advogado Paulo. A mãe, Ana, é professora. “Sempre amei estudar. A vaidade nasceu com o concurso de Miss”, explica ela, que, modesta, garante não se achar linda ou sexy: “Sou uma mulher com certos atrativos”, consente.

Constantemente assediada por revistas masculinas, como "Playboy" e "VIP", para ser a estrela de ensaios picantes, Renata garante que jamais aceitará tais convites. O motivo, segundo ela, é simples: “Demorei tanto para fazer os homens me ouvirem e respeitarem o que eu digo e agora vou deturpar tudo para mostrar o corpo?”, indaga.

Nos bastidores do estúdio onde seu programa é gravado, em São Paulo, Renata reina absoluta. Conversa com todos e tem a simpatia de cada um, da camareira ao operador de som. “Ela não é só linda, mas também gente finíssima, um doce, nada estrela”, elogia um dos colegas. “Eles me chamam de Penélope Charmosa”, conta ela, referindo-se à personagem do desenho animado "Corrida Maluca", que, assim como Renata, é linda, loira e única em um mundo dominado pelos homens.

Interessada nos detalhes, cuida do sapato que vai calçar no programa ao seu posicionamento no cenário. “Meu trabalho é tudo pra mim, mas também amo ficar em casa, no meu canto. Meu namorado fez minha vida pessoal ganhar relevância”, diz Renata, sobre o relacionamento de dois anos com o piloto de Stock Car Átila Abreu, 24 anos, oito a menos que ela. “Sem dramas. Falo que ele é um velho em corpo de jovem!”.

A personalidade forte de Renata, que se diz 'over' e luta para que as coisas saiam do jeito dela, a fez impor um estilo pessoal. "Não quero ser aquela apresentadora de tênis e camisa pólo. Não tenho medo de ser uma patricinha no meio dos homens e falar de futebol”.

sábado, outubro 02, 2010

Frango à milanesa


Ingredientes:

1 frango médio
3 dentes de alho picados
Sal a gosto
Pimenta-do-reino a gosto
1 xícara (chá) de maionese
2 xícaras (chá) de farinha de rosca
Óleo quente o suficiente

Modo de Preparo:

Corte o frango nas juntas, lave-o e seque bem. Tempere os pedaços de frango com o alho, o sal e a pimenta-do-reino. Deixe descansar por 20 minutos. Em seguida, espalhe a maionese sobre eles com o auxílio de uma colher. Passe-os na farinha de rosca e frite-os no óleo quente, virando-os de vez em quando para que fiquem dourados por inteiro. Coloque os pedaços de frango fritos sobre um papel absorvente.

Mini sonho


ngredientes:

Massa
30g de fermento biológico fresco
4 colheres (sopa) de açúcar
3 gemas
½ xícara (chá) de manteiga
1 xícara (chá) de leite morno
1 colher (chá) de sal
4 xícaras (chá) de farinha de trigo
Óleo para fritar

Recheio
½ litro de leite
3 colheres (sopa) de amido de milho
½ xícara (chá) de açúcar
3 gotas de essência de baunilha
2 gemas
Açúcar de confeiteiro para polvilhar


Modo de Preparo:

Massa
Dissolva o fermento no açúcar, junte as gemas, a manteiga, o leite morno e o sal. Misture a farinha de trigo, sovando até desgrudar das mãos. Faça bolinhas e deixe descansar até dobrar de volume. Frite em óleo morno.

Recheio
Para o recheio misture todos os ingredientes em uma panela e leve ao fogo, mexendo até formar um creme. Deixe esfriar, recheie e polvilhe com açúcar de confeiteiro.

terça-feira, setembro 28, 2010

Épico-INTERNACIONAL X CORINTHIANS


Épico do Beira-Rio, na visão de um carioca.

Claro que não é um Gre-Nal. Esse é incomparável em termos de rivalidade. Mas a história recente do futebol brasileiro transformou Internacional x Corinthians num clássico da hora. Antagonismo. História. Revanchismo. Ambição. Duelo aberto no sol, na chuva, onde quer que seja. A guerra de nervos nasceu em 2005, aumentou em 2009 e hoje foi turbinada com um jogo espetacular no Beira-Rio e só decidido aos 47 minutos, após cobrança de falta de Andrezinho, que desviou na barreira e matou Julio Cesar. Internacional 3 x 2 Corinthians. O confronto que virou clássico.
Jogo de gigantes. Duelo de rivais. Clássico empolgante disputado por quem não está no campeonato a passeio. O Inter queria vencer seu rival a todo custo. Primeiro, para atrapalhar a vida do Corinthians e arrancá-lo da liderança. E também para voltar forte à briga pelo título. Deu certo. Os colorados tiraram o Corinthians da ponta (o Fluminense está um ponto à frente) e, com um jogo a menos, pularam para o quarto lugar e voltaram a sonhar com o título que não alcançam desde 1979.
Corinthians lamenta a derrota. Pelo menos provisoriamente, até porque também tem um jogo a menos, o time não é mais líder. Mas perder do jeito que caiu o time de Adílson Batista é algo que não gera tanta dor de cabeça. O Corinthians jogou uma guerra na Beira-Rio. Confronto que valeu pontos, honra, história, rivalidade e mais polêmica. E nunca se encolheu. Tomou o primeiro gol de Tinga (personagem forte de 2005), empatou com Jorge Henrique, impecável. Alecsssandro fez 2 a 1 já na reta final de partida e, na pressão, Ney fez pênalti “a La Luizito Suarez”. Mão na bola, como um goleiro. Gol de Bruno Cesar, aos 45 minutos. E, 120 segundos depois, a cobrança de falta de Andrezinho entrou para a história.
Jogo maravilhoso. Se você é colecionador, grave e guarde o DVD. Internacional e Corinthians fizeram um duelo tático, técnico e de paixão. Mostraram que, descontados alguns amadorismo, o Brasileirão é mesmo um campeonato de encher os olhos. A cada rodada, jogos dramáticos e lotados de história. O futebol é uma fábrica de épicos. Hoje, no Beira-Rio, nasceu mais um. Só podemos agradecer.

sexta-feira, setembro 24, 2010

EMERSON NOGUEIRA-versão acústica 4


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1. Tin Man
2. Kiss From A Rose
3. Homeward Bound
4. Shine On You Crazy Diamond
5. El Condor Pasa (If I Could)
6. Sweet Home Alabama
7. Changes
8. Fields Of Gold
9. Hide In Your Shell
10. America
11. Rocket Man
12. Stand By Me
13. Coming Up
14. Breakfast In America
15. You Are So Beautiful
16. Nucleus (Instrumental)
senha>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>memphis<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<

FICHA LIMPA 0 x 1 FICHA SUJA

Diante de impasse, STF decide suspender votação da Ficha Limpa
Não há data para conclusão de julgamento. Enquanto isso Roriz pode seguir com sua campanha

Severino Motta, iG Brasília | 23/09/2010 14:08 -



Sem definir o impasse sobre a validade da lei da Ficha Limpa para as eleições deste ano, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu suspender na madrugada desta sexta-feira o julgamento do recurso apresentado pelo ex-governador do Distrito Federal Joaquim Roriz, contra a decisão da Justiça Eleitoral que barrou sua candidatura. O julgamento foi suspenso com o placar empatado em 5 votos a favor da aplicação imediata da lei e 5 votos contrários, após quase 11 horas de deliberação.

Nenhuma decisão foi oficializada. De acordo com o presidente da Corte, Cezar Peluso, o destino da nova lei das inelegibilidades pode ser tomado nas próximas sessões ou quando um novo ministro for nomeado para a vaga de Eros Grau, que se aposentou em agosto. “Vamos esperar para ver o que vamos decidir”, disse Peluso após o julgamento.

Questionado sobre a possibilidade de candidatos considerados fichas-sujas disputarem a eleição, provocando uma insegurança ao processo eleitoral, Peluso preferiu não se pronunciar. Durante o julgamento, contudo, disse que o STF deve resolver a situação antes da diplomação dos eleitos. “Vamos aguardar o novo ministro até data próxima a diplomação. Se até lá não tiver, nós nos reunimos de novo e analisamos o caso concreto”, disse.

Sem data marcada para tal análise, a possibilidade de candidatos condenados pela Justiça Eleitoral disputarem as eleições transforma-se numa realidade.

Roriz assistiu ao julgamento em sua residência, em Brasília, e havia programado uma festa caso o Supremo liberasse sua candidatura. De acordo com o candidato presidencial Levy Fidelix (PRTB), que estava no local, o ex-governador permaneceu em uma sala de sua casa durante a transmissão e orou bastante durante as discussões. Ele ainda disse que Roriz teria ficado angustiado com o fato do Supremo não concluir a questão nesta quinta-feira.

Com o fim do julgamento, a assessoria de Roriz fez um pronunciamento aos jornalistas e apoiadores da candidatura que se encontravam no local e disse que a campanha segue nas ruas e na manhã desta sexta-feira a coordenação vai se reunir para definir os próximos passos da candidatura.

Votos

O próprio Peluso empatou o placar, ao votar contra a aplicação das novas regras já nas eleições deste ano. Em seu voto, ele disse que o STF não pode analisar a Ficha Limpa com base na pressão popular ou de determinados segmentos da sociedade. Disse também que a população não pode transferir para o judiciário a escolha de seus representantes.

Antes de Cezar Peluso, manifestou-se o ministro Celso de Mello, que proferiu um voto contrário à aplicação da Ficha Limpa nas eleições de 2010. Com seu voto, o placar ainda era favorável à Lei. “Qualquer que seja o marco temporal a ser considerado na espécie para a escolha de candidatos, 10 de julho de 2010 ou até o dia 3 de outubro, situam-se a menos de um ano da data em que é publicada a Lei Complementar”, disse Celso de Mello.

Antes dele, votou o ministro Marco Aurélio Mello. Ele uniu-se a José Antonio Dias Toffoli e Gilmar Mendes nas críticas à aplicação imediata da nova lei. A ministra Ellen Gracie já haviado votado e ampliado o placar favorável à aplicação da nova regra.

Durante o julgamento, Gilmar Mendes posicionou-se contrariamente à aplicação da Ficha Limpa. De acordo com ele, não se trata de uma questão de ser a favor ou contra políticos que podem ficar inelegíveis devido à nova lei, mas um respeito à Constituição. Antes de Mendes, o ministro Ricardo Lewandowski, presidente do TSE, afirmou ser favorável à aplicação imediata da Ficha Limpa e disse que a regra está em acordo com a Constituição. Lewandowski teve o reforço de outros ministros, como Joaquim Barbosa, Ayres Britto - relator do recurso de Roriz - e Cármem Lúcia, todos apoiadores da tese de que a aplicação da lei deve ser imediata.

Joaquim Barbosa chegou a defender que Roriz ficasse inelegível até 2023. Já a ministra Cármem Lúcia alegou que o artigo 16 da Constituição, que pede a vigência de um ano antes da aplicação de leis que alterem o processo eleitoral, deve ser analisado a partir da finalidade das novas leis e não somente pelo tempo.

Colaboraram Ana Paula Leitão, Cíntia Acayaba e Carlos Lo Prete

Estou guardando esta Noticia na esperança de que um dia estes que votaram contra,venham a depender do voto deste eleitor.O TSE teria que ter poder absoluto de julgar os Candidatos Politicos que dependem do voto obrigatório do Povo.
Parabéns Lewandowki.

quarta-feira, setembro 22, 2010

TEMPEROS /BOA SAÚDE


Conheça os temperos que podem contribuir para melhorar a sua saúde
Produtos naturais mantém as propriedade mesmo cozidos

Há muitas pesquisas que atestam que o antigo costume de temperar a comida com diferentes especiarias, além de realçar o sabor dos alimentos, traz muitos benefícios à saúde. Ainda sem uma explicação científica precisa, sabe-se apenas que o homem foi, com o passar do tempo, tentando aprimorar o sabor dos pratos com a ajuda dessas ervas e somente agora começa-se a desvendar as propriedades benéficas que elas têm.

O Instituto Brasileiro de Auditoria em Vigilância Sanitária (Inbravisa) divulgou recentemente uma lista onde destacou as principais propriedades de vários temperos amplamente utilizados na preparação de alimentos. Segundo a instituição, é válido prestar atenção a esses dados antes de preparar os alimentos em casa. No entanto, é desaconselhável que estes temperos sejam usados para substituir o acompanhamento médico ou remédios receitados pelo especialista.


Confira a lista dos temperos e de suas propriedades elaborada pela Inbravisa

:: alecrim

Atua no controle da pressão alta. Seu óleo é eficaz para dores musculares e seu chá alivia dores de cabeça.

:: cebolinha

Tem propriedades que auxiliam o processo para baixar a pressão sanguínea.

:: coentro

Possui uma combinação de substâncias que aliviam problemas digestivos.

:: erva doce

Tem efeito calmante, diurético, antiasmático e digestivo. Se tomado na fase da amamentação pode estimular o aumento da produção de leite.

:: hortelã

Auxilia na digestão e atua como calmante. Além disso, suas folhas são usadas para refrescar o hálito.

:: louro

Alivia os gases digestivos.

:: manjericão

É diurético, digestivo, fortificante e antigripal.

:: orégano

Suas folhas são digestivas e descongestionantes.

:: salsa

Boas fonte de Vitamina C. Além disto possui grande quantidade de bioflavonóides, substâncias anticancerígenas e diuréticas.

:: sálvia

Seu chá é usado como digestivo e como líquido para bochechos e gargarejos, agindo contra gengivites, aftas e inflamações na garganta.

:: tomilho

É uma das ervas favoritas na culinária italiana. Seu chá é bom para aliviar distúrbios intestinais e em gargarejos contra inflamações da garganta, bem como em xaropes para tratamentos de tosses e congestões respiratórias.
BEM-ESTAR

quinta-feira, agosto 26, 2010

Estabilizadores ou Filtro de linha.



Esta excelente materia achei no GDH Press,pois não é de hoje que se descute o real valor e necessidade do Estabilizador,vou guarda-la aqui.

Os filtros de linha são os dispositivos de proteção mais simples, geralmente baseados em um fusível e um ou mais MOVs ("metal-oxide varistors" ou, simplesmente, varistores, como são mais popularmente chamados), que oferecem alguma proteção, a um custo baixo. Os filtros de linha são chamados em inglês de "surge protector" ou "surge supressor", onde o termo "surge" se refere a picos de tensão e descargas.

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A função dos MOVs é absorver picos de tensão e descargas elétricas, fornecendo uma corrente constante ao equipamento e transformando o excedente em calor. A idéia é que ao receber um raio ou outra descarga violenta, o fusível se queime rapidamente e os MOVs absorvam a tensão excedente, protegendo o equipamento.

O problema com os MOVs é que eles queimam depois de absorverem alguns surtos de tensão e deixam de oferecer proteção, sem entretanto que a passagem de corrente seja interrompida. Bons filtros oferecem um segundo LED de status, que se acende avisando que os MOVs não estão mais oferecendo proteção e é hora de trocar.

Existe um padrão de qualidade para filtros de linha, o UL 1449, que contém uma série de especificações mínimas para que o produto realmente seja capaz de proteger o equipamento contra os problemas mais comuns. O problema é que, para atender à norma, os filtros de linha precisam ir muito além de oferecer um fusível e uma coluna de MOVs, o que os torna bem mais caros que a maioria está disposta a pagar, sobretudo aqui no Brasil.

Bons filtros de linha são geralmente anunciados pelos fabricantes como "surge protectors" ou "DPS" (dispositivo de proteção contra surtos) e estão de acordo com a norma UL 1449 (se não houver referência a ele, ou outra norma similar, é por que se trata de um modelo mais simples). Bons filtros (ou "réguas", como muitos preferem chamar) custam normalmente a partir de 50 reais.


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Em seguida temos os estabilizadores, que surgiram na década de 1940 como um paliativo para os problemas com a rede elétrica, que prejudicavam a operação de aparelhos sensíveis, como rádios e TVs valvuladas. A função do estabilizador é, como o nome sugere, "estabilizar" a corrente, compensando variações na rede elétrica.

Embora tenham sido muito usados até a década de 1970, os estabilizadores já caíram em desuso na maior parte do mundo. A principal exceção acabou sendo o Brasil, onde eles continuam sendo massivamente produzidos até os dias de hoje.

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Os componentes básicos de qualquer estabilizador são um transformador e um seletor mecânico (um relê), que ajusta a tensão que possui alguns degraus lógicos de aumento e redução (-12V, -6V +6V, +12V, etc.) e na medida do possível tenta usá-los para ajustar a tensão de saída, mantendo-a próximo de 115 volts.

O grande problema é que o seletor é quase sempre um relê mecânico (responsável pelos "clicks" do estabilizador), que demora muito tempo para fazer a seleção, expondo a fonte a reduções e picos de tensão desnecessários, que são bem mais prejudiciais que as variações normais na tensão da tomada e são introduzidas não por problemas na rede elétrica, mas pela simples ação do seletor. Para complicar, o seletor não faz nada para evitar que picos de tensão provenientes da rede elétrica cheguem até a fonte, de maneira que ele realmente só atrapalha.

Estabilizadores de melhor qualidade incluem também varistores e um fusível, que oferecem um nível básico de proteção. Eles normalmente seguem a norma NBR 14373, que é a norma da ABNT para estabilizadores de até 3 kVA, que foi publicada em 2006. Entretanto, estes são os mesmos componentes que você encontra em um filtro de linha, de maneira que mesmo messes casos, o melhor é simplesmente comprar um filtro de linha, que é mais barato e não possui o seletor e os consequentes problemas introduzidos por ele.

Imagine que o filtro de linha é uma cadeira acolchoada, enquanto o estabilizador é uma cadeira igualmente confortável, mas que é mais cara e tem um componente adicional: um eletrodo que te dá choques periodicamente. Talvez você ficasse indeciso entre sentar no chão sujo e usar a cadeira que dá choques, mas se a escolha fosse entre a cadeira "normal" e a que dá choques, sem dúvidas seria melhor ficar com a primeira.

Alguém poderia argumentar que todos os circuitos de proteção incluídos no filtro de linha fazem também parte de qualquer boa fonte, mas a vantagem em usar um filtro de linha é que ele serve como uma primeira camada de proteção, que tem a função de "dar a vida" para proteger a fonte e os demais componentes ligados a ela em caso de variações bruscas na tensão.

Em resumo, um bom filtro de linha oferece quatro vantagens em relação a um estabilizador de igual qualidade:

1- O estabilizador desperdiça mais de 6% de toda a energia que passa por ele. O filtro de linha não.

2- O filtro de linha é mais barato, já que não utiliza o transformador e o relê. Você pode comprar um filtro de linha muito melhor pelo mesmo dinheiro que gastaria no estabilizador.

3- O filtro de linha é um dispositivo passivo, que não produz as variações de tensão criadas pelo seletor do estabilizador. Em resumo, ele faz seu trabalho sem oferecer efeitos colaterais (cadeira que não dá choque)..

4- Os estabilizadores suportam cargas de 300 a 600 VA (muitos explodem quando ela é excedida), enquanto nos filtros de linha a limitação são os 8, 10 ou 15 amperes do fusível. Excedendo a capacidade, o máximo que acontece é o fusível queimar.

Possivelmente, o único cenário em que o uso do estabilizador pode ser útil é em locais com uma fiação sub-dimensionada, onde a tensão cai quando o chuveiro ou ar-condicionado é ligado, desligando o micro. Nesses casos, o pequeno aumento de tensão oferecido pelo chaveador pode ser suficiente para evitar o desligamento.

Uma solução mais adequada, entretanto, seria substituir a fonte do PC, trocando a genérica por uma boa fonte com PFC ativo. O motivo é simples: fontes com PFC ativo são capazes de trabalhar sob uma faixa de tensões muito mais ampla. Boas fontes são capazes de fornecer a capacidade máxima com uma tensão de apenas 90 volts e são capazes de alimentar um PC de baixo consumo mesmo quando submetidas a tensões ainda mais baixas (muitas fontes continuam trabalhando com apenas 78V, ou até menos). Isso permite que elas resistam às quedas de tensão sem precisarem do estabilizador, diferente das fontes genéricas.

Outro uso comum para os estabilizadores é reduzir a tensão de saída, já que os estabilizadores bivolt oferecem 115V de saída quando ligados em uma tomada de 220. Não existe problema em usar o estabilizador como um "transformador de pobre" para ligar aparelhos com tensão de 110 em uma tomada de 220, mas usá-lo na tomada do PC é besteira, já que não apenas as fontes são capazes de trabalhar diretamente no 220 quanto oferecem um melhor nível de eficiência.

Colocar o estabilizador no meio da história faz apenas com que você desperdice energia duas vezes: a primeira com o estabilizador reduzindo a tensão e a segunda com a fonte trabalhando em um nível de eficiência mais baixo devido à redução. Mesmo os melhores estabilizadores desperdiçam de 6 a 8% de toda a energia que fornecem (os piores chegam a 15%), o que o torna um grande foco de desperdício. Novamente, o melhor é simplesmente usar um filtro de linha, sem se esquecer de mudar a chave seletora de tensão na fonte, se for o caso.

Como pode ver, ao usar uma boa fonte de alimentação, combinada com um bom aterramento e o uso de um DPS e/ou filtro de linha, o estabilizador é completamente desnecessário e até prejudicial. O grande problema é que na maioria dos casos temos instalações elétricas precárias e fontes genéricas, o que faz com que o estabilizador pareça ser uma tábua de salvação. Na maioria dos casos, as coisas "dão certo" apesar das condições precárias não devido ao estabilizador, mas sim aos esforços heróicos da fonte de alimentação. Em vez de continuar gastando 40 reais aqui e 50 reais ali, o melhor é investir em resolver o problema de uma vez.

quarta-feira, agosto 18, 2010

BI CAMPEÃO LIBERTADORES



Outra virada sobre o Chivas Guadalajara e o Inter se tornou bicampeão da Copa Libertadores na noite desta quarta-feira, no estádio do Beira-Rio. Os 3 a 2 igualaram os gaúchos a River Plate, Santos, Cruzeiro e Grêmio, o técnico Celso Roth conquistou seu primeiro título de expressão e a vitória coroou uma geração que levantou o troféu em 2006, com Tinga, Sóbis, Bolívar, Renan e Índio. A torcida enfim pôde mudar o canto que ecoou no estádio por 90 minutos de “Inter, Inter, seremos campeões” para “somos bicampeões da América”.

Os mexicanos saíram na frente no primeiro tempo, com Fabián, mas Rafael Sóbis empatou no segundo e Leandro Damião virou a partida. Giuliano, o talismã, ainda fez o terceiro, e Omar Bravo descontou no final. Agora o Inter mira Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, onde em dezembro tentará outro bi, este do Mundial de Clubes da Fifa – mesmo se perdesse estava classificado porque o Chivas é convidado na Libertadores e não pode se classificar via Libertadores.

Rafael Sóbis foi repatriado do futebol árabe e chegou ao Beira-Rio fora de forma. Forte nos bastidores da CBF, a diretoria do Internacional conseguiu que ele e mais dois jogadores (Renan e Tinga) fossem inscritos antes da janela de transferência estar aberta. Quis o destino que o titular Alecsandro se machucasse no primeiro jogo da final e não tivesse condições de jogo em Porto Alegre. Sóbis então ganhou chance entre os titulares e fez o gol que iniciou a conquista. Tudo isso com Pelé nas tribunas. O “Rei do Futebol”, de terno vermelho por causa do patrocinador, apostou pela manhã no Inter campeão. E jogou a fama de pé frio na lata do lixo.

Tensão
O jogo começou quente antes do apito de Oscar Ruiz. O meia Bautista começou a fazer aquecimento durante o hino brasileiro e foi vaiado e xingado pela torcida do Inter. Segundo o jogador, foi um protesto porque o hino mexicano só teve tocado sua introdução.

O Inter estava nervoso em campo. Os mexicanos faziam muitas faltas, algumas violentas, mas Oscar Ruiz aliviava no cartão. Mesmo assim, os donos da casa erravam muitos passes e viviam de jogadas isoladas de D’Alessandro ou da velocidade de Sóbis ou Taison.

O Chivas aos poucos dominou o meio de campo, com Bautista e Fabián dando as cartas. Bautista era perseguido por todo o campo por Sandro, mas mesmo assim conseguia se desvencilhar e tentar lançamentos para Omar Bravo.

Em um dos passes, Bravo, de 1,69m, pulou mais alto do que Bolívar, de 1,85m, e conseguiu jogar a bola para o meio da área, onde Fabián acertou um voleio e abriu o placar. Tensão no Beira-Rio, já que o resultado levava a disputa para a prorrogação.

Celso Roth preferiu não mudar o time ou o esquema no intervalo. Mas com 11 minutos, percebeu que precisaria de maior ímpeto ofensivo e pediu para chamar Giuliano, o talismã que havia marcado gols decisivos em três jogos da competição. Pois Roth nem viu direito o gol de empate de Sóbis, que nasceu de um cruzamento de Kléber. Ele dava instruções a Giuliano e quando se virou para o campo seu time havia empatado. Não se sabe se tiraria Sóbis, sem ritmo, mas depois mudou de ideia e sacou Taison.

Com o treinador, que assumiu durante a parada por causa da Copa do Mundo da África do Sul, o Inter só marcou gols no segundo tempo na Libertadores. Foi assim nas duas partidas da semifinal contra o São Paulo, diante do Chivas em Guadalajara e no Beira-Rio nesta quarta. A estrela de Roth brilhou porque quando decidiu sacar o até então artilheiro da noite, cansadíssimo, colocou Leandro Damião, garoto de 21 anos, contratado do futebol catarinense, e que pulou igual criança quando marcou a virada. Giuliano, artilheiro do time na Libertadores, marcou seu sexto gol e completou a vitória.

Até o final o Inter tocou a bola, a torcida cantou, o Chivas entendeu que estava derrotado (apesar de Arellano ter apelado, feito falta dura em D’Alessandro e expulso no final) e o resto foi festa na noite de Porto Alegre. Os mexicanos ainda diminuíram no final, brigaram com os colorados depois do jogo, e saíram de campo vaiados. Noite quente para o mês de agosto e que esquentou ainda mais com outro título brasileiro na Libertadores.

segunda-feira, agosto 02, 2010

Britânico percorre a pé toda a extensão do rio Amazonas


Um britânico está a pouco mais de uma semana de terminar uma caminhada de quase dois anos e meio em que terá percorrido, a pé, a trajetória do rio Amazonas da nascente à foz.

Ed Stafford, 34, de Mowsley, em Leicesteshire, no centro da Inglaterra, começou sua jornada de 9,5 mil quilômetros no dia 2 de abril de 2008 no monte Mismi, no Peru, e espera terminar no próximo dia 9 de agosto, na costa paraense."Todo mundo me disse que era impossível, e isso me fez querer provar que eles estão errados", disse o ex-capitão do Exército britânico, que ajudou a missão da ONU no Afeganistão e aconselhou a BBC na produção de documentários sobre meio-ambiente.

A viagem tem como objetivo chamar a atenção da comunidade internacional para a Amazônia. A aventura pode ser acompanhada pelo blog Walking the Amazon, que Ed atualiza através de um latpop, e de uma conexão de internet via satélite, e pelo serviço de microblogging Twitter. Em seu último post, Ed contou como seu companheiro de viagem matou uma cobra de três metros e corpo amarelado que atacou a dupla quando eles tentavam se localizar na floresta.

Em outros posts, relatou encontros com enguias elétricas, jacarés, formigas gigantes e escorpiões, falou de horas abrindo caminho entre a vegetação cortante, contou como contraiu leishmaniose e, como não podia deixar de ser, notou a curiosidade que gerava nos vilarejos por onde passou. "Levantar todo dia e vestir roupas molhadas é difícil. O desafio, tanto mental quanto físico, é o mais cansativo. Sou muito humilde em relação a quanto tive de contar com outras pessoas e me beneficiei imensamente da generosidade das pessoas que encontrei no caminho", escreveu.

Destes encontros, o mais duradouro tem sido com o peruano Gadial Sanchez Rivera -o Cho -, que desde então se tornou parceiro inseparável de Ed na aventura. Os dois se conheceram quando o britânico já levava cinco meses caminhando - não demorou muito, disse Cho, para que se dessem conta de que a parceira iria até o fim da viagem. "Comecei a caminhar com Ed no começo porque senti uma responsabilidade de tentar ajudar esse louco em uma área muito perigosa, com traficantes e tribos hostis", afirmou.

"À medida que o tempo passava, comecei a gostar da vida simples e nos tornamos bons amigos." A pouco menos de uma semana para terminar a aventura, Ed e Cho já deixaram a área de floresta e esperam vencer percursos em estrada até chegar à capital paraense, Belém.

"Não estamos reclamando", blogou o britânico. "Tivemos bastante de floresta por ora, e as tentações da civilização são muito bem-vindas." Mas, pelo que relatou o britânico, nem assim os perigos deixaram de existir. Só que, em vez de animais selvagens e dos mistérios da mata, o risco é humano: perto do rio Tocantins, quase foram atropelados por um motoqueiro que dava a impressão de estar bêbado e conduzia sua moto no escuro e em alta velocidade.
Isso certamente tornar-se-a um livro e posteriormente um filme.

terça-feira, julho 27, 2010

Avalanche deixa 21 desaparecidos em povoado na China





27/07/2010 08h34 - Atualizado em 27/07/2010 15h41
Avalanche deixa 21 desaparecidos em povoado na China
Rocha e barro destruíram pelo menos três prédios em Shuanghe.
Três vítimas foram resgatadas, e vizinhos tiveram de deixar o local.




Uma avalanche em um pequeno povoado na província de Sichuan deixou 21 desaparecidos, em outro fato relacionado com a temporada de chuvas e inundações que castiga a China.

O acidente ocorreu às 5h no horário local (18h de segunda-feira de Brasília), na localidade de Shuanghe, quando 100 mil metros cúbicos de rocha e barro caíram sobre o povoado.

A avalanche caiu pela ladeira da montanha Ermanshan e levou pela frente três prédios, além de obrigar à retirada dos vizinhos diante do risco de mais deslizamentos, segundo a agência Xinhua.
Casas danificadas após o deslizamento em Shuanghe, vistas nesta terça-feira (27).Casas danificadas após o deslizamento em Shuanghe, vistas nesta terça-feira (27). (Foto: Reuters)

Os serviços de emergência conseguiram resgatar três vítimas, incluindo um homem de 80 anos.

Neste ano na China se multiplicaram os acidentes relacionados às inundações, que já causaram 823 mortes e ao menos 437 desaparecimentos, conforme os últimos dados oficiais do Escritório Estatal de Controle de Inundações e Secas.

A China enfrenta a cada ano entre os meses de junho e setembro o período de inundações que castiga o centro e sul do país.

A temporada deste ano é considerada a pior desde 1998, quando 4.150 pessoas morreram.

quinta-feira, julho 22, 2010

Convívio com animais de estimação reforça sistema imunológico, afirma estudo


Os benefícios da presença de um animal de estimação em casa não se restringem às alegrias que o pet proporciona a toda família. Esta convivência também pode contribuir, além do bem-estar psicológico, na prevenção e no auxílio ao tratamento de várias patologias.

Um levantamento de estudos nacionais e internacionais sobre o tema, encomendado pela Comissão de Animais de Companhia (Comac), integrante do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan), para um grupo de pesquisa do Departamento de Psicologia Experimental da Universidade de São Paulo (USP), liderado pelo professor César Ades, reuniu uma série de estudos que confirmam esta contribuição à saúde das pessoas proporcionada pelo convívio com os animais de estimação.

Entre as principais observações, pode-se destacar a melhora da imunidade de crianças e adultos, redução dos níveis de estresse e da incidência de doenças comuns, como dor de cabeça ou resfriado.

Reforço na defesa do organismo

De acordo com o levantamento, os benefícios independem da idade. Os pesquisadores da USP citam um trabalho que identificou vários benefícios aos bebês que convivem com cães, já que certas proteínas que desempenham um importante papel na regulação do sistema imunológico e das alergias aumentam significativamente em bebês de um ano de idade quando expostos precocemente a um cão, conferindo um importante papel destes animais na saúde humana.

Segundo a pesquisadora Carine Savalli Redígolo, este trabalho mostra que o convívio possibilita aos bebês ficar menos suscetíveis às alergias e dermatites tópicas.

- Também foi observada a redução de rinites alérgicas aos quatro anos de idade e aos seis a sete anos, devido à redução da imunoglubina E, um anticorpo que quando em altas concentrações sugere um processo alérgico - acrescenta.

Os pesquisadores alertam que este contato não significa que seja isento de possíveis efeitos negativos para a saúde, porém, é possível discutir com mais equilíbrio os prós e contras de possuir um cão.

De acordo com a pesquisa do Radar Pet, idealizada pela Comac, ainda há resistência dos casais que possuem filhos pequenos adquirirem um animal de estimação: 44% das residências que têm pelo menos um pet são de casais com filhos jovens ou adolescentes; este número cai para 16% quando se trata de casais com filhos pequenos (até nove anos).

Um gesto simples pode trazer importantes efeitos ao sistema imunológico de pessoas de qualquer idade.

- Acariciar um cão pode elevar os níveis de imunoglobulina A, um anticorpo presente nas mucosas que evita a proliferação viral ou bacteriana, sendo importante na prevenção de várias patologias. Este resultado se deve, possivelmente, ao relaxamento que o contato com o animal proporciona - explica Carine.

Benefícios ao coração

Outros estudos identificados pelos pesquisadores da USP também avaliaram as taxas de sobrevivência, no ano posterior a um infarto agudo do miocárdio, em donos de cães, gatos, outros animais de estimação e em pessoas que não possuíam bichos. Segundo os pesquisadores, depois de determinado período, verificou-se que a posse de um cão contribuiu significativamente para a sobrevivência dos pacientes, pelo menos no ano seguinte ao incidente.

Também foram apontados benefícios no controle de hipertensão arterial. Profissionais que viviam em condições de estresse, faziam controle do problema com medicação, foram divididos em dois grupos, os que possuíam um cão ou gato e os que não possuíam animais.

A pesquisadora Maria Mascarenhas Brandão afirma que, seis meses depois do início do monitoramento, um dos trabalhos constatou que as taxas de pressão diminuíram para ambos os grupos. Entretanto, nas situações geradoras de estresse a resposta foi melhor para os donos de cães.

- Além disso, este grupo aumentou significativamente suas taxas de acertos em contas matemáticas, em relação àqueles que não possuíam os animais -, acrescenta. Esta situação mostrou a diminuição dos níveis de estresse, obtidos com o contato com os pets.

Algumas outras situações também trazem efeitos muito positivos à saúde e ao convívio social: a duração das caminhadas é maior para aquelas pessoas que estão acompanhadas por um cão.

- Além disso, nestes passeios, os animais ajudam na integração social, contribuindo para o início de uma conversa com outras pessoas, por exemplo - confirma Maria.

Ainda segundo uma destas pesquisas, pessoas com problemas simples de saúde, como dores de cabeça, problemas estomacais, gripes, dentre outros, que adotaram pela primeira vez um animal de estimação, apresentaram redução significativa desses problemas menores de saúde, em relação a pessoas sem animais.

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